Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

Domingo, 5 de Fevereiro de 2012

O Adeus do Medo que se despediu de mim, e eu senti falta dele:

A desigualdade social é dos piores patamares que alguma vez há criado em toda a sociedade europeia. Não proclamo aqui o manifestar de interpretação de nenhuma posição. Nem pretendo orientar nenhuma exclusão de estrutura, manifesto do ser que é comum manifestar em todos os dias de glória e de loucura. Existe um calafrio máximo na nossa razão de ser e de existir que proclama ainda mais do que é o senso de estrutura e de loucura que é conviver sob o maior valor alto de literatura que é a razão de ser de uma boa teoria que origina uma praxis. O manifesto ao povo significa a procura interior de uma realidade que não rima mais do que com a verdade. Senso de luta uma exclusão astuta, glória intempérie da exclusão para o ser e de uma ternura. Quem me dera poder acompanhar todas as glórias vãs das vitórias astutas de cada indivíduo ser que promulga os mares e dá razões escórias às beldades provincianas vãs obsoletas de um desespero que projectam sob os maiores significados das erosões absolutas. Todos vemos o mar mas, sós, não o aceitamos. As gerações vindouras dirão o seguinte: de que cada razão maior será para o ser, como daquilo que provier para o chegar. Quebro em mim este desfecho, mais uma vez de perdão, porque escrever aqui para mim já não faz sentido, sentindo uma ordem de uma força maior para o acabar…

Liberto a minha erosão para a ilusão e para o ser. Digo adeus a esta alienação.

Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

"O Tal Teleponto!"


nota: (LOL!)


Inacreditável a formalidade ainda antiquada dos alemães em relação ao contacto informativo dos media no meio de comunicação social televisivo. No entanto, a intensidade factual das imagens e informação transmitida neste excerto noticioso através de uma miscigenação ficcional do documentário é absolutamente concreto e actual.

Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

Maquinanda Comunista



«Uns bleibt, was gut war und klar war:
Daß man bei dir immer durchsah
und Liebe, Haß, doch nie Furcht sah
comandante Ché Guevara.

Sie fürchten dich, und wir lieben
dich vorn im Kampf, wo der Tod lacht,
wo das Volk Schluß mit der Not macht.
Nun bist du weg - und doch geblieben.
Uns bleibt, was gut war und klar war:
Daß man bei dir immer durchsah
und Liebe, Haß, doch nie Furcht sah
comandante Ché Guevara.

Und bist kein Bonze geworden,
kein hohes Tier, das nach Geld schielt
und vom Schreibtisch aus den Helden spielt
in feiner Kluft mit alten 0rden.
Uns bleibt, was gut war und klar war:
Daß man bei dir immer durchsah
und Liebe, Haß, doch nie Furcht sah
comandante Ché Guevara.

Ja, grad die Armen der Erde,
die brauchen mehr als zu fressen
und das hast du nie vergessen,
daß aus Menschen Menschen werden.
Uns bleibt, was gut war und klar war:
Daß man bei dir immer durchsah
und Liebe, Haß, doch nie Furcht sah
comandante Ché Guevara.

Der rote Stern an der Jacke,
im schwarzen Bart die Zigarre,
Jesus Christus mit der Knarre
- so führt dein Bild uns zur Attacke.
Uns bleibt, was gut war und klar war:
Daß man bei dir immer durchsah
und Liebe, Haß, doch nie Furcht sah
comandante Ché Guevara.»

Recenzione Maquinanda