
Nota: Isto faz-me lembrar as compras de férias em Albufeira no ano de 2008! ...
A desigualdade social é dos piores patamares que alguma vez há criado em toda a sociedade europeia. Não proclamo aqui o manifestar de interpretação de nenhuma posição. Nem pretendo orientar nenhuma exclusão de estrutura, manifesto do ser que é comum manifestar em todos os dias de glória e de loucura. Existe um calafrio máximo na nossa razão de ser e de existir que proclama ainda mais do que é o senso de estrutura e de loucura que é conviver sob o maior valor alto de literatura que é a razão de ser de uma boa teoria que origina uma praxis. O manifesto ao povo significa a procura interior de uma realidade que não rima mais do que com a verdade. Senso de luta uma exclusão astuta, glória intempérie da exclusão para o ser e de uma ternura. Quem me dera poder acompanhar todas as glórias vãs das vitórias astutas de cada indivíduo ser que promulga os mares e dá razões escórias às beldades provincianas vãs obsoletas de um desespero que projectam sob os maiores significados das erosões absolutas. Todos vemos o mar mas, sós, não o aceitamos. As gerações vindouras dirão o seguinte: de que cada razão maior será para o ser, como daquilo que provier para o chegar. Quebro em mim este desfecho, mais uma vez de perdão, porque escrever aqui para mim já não faz sentido, sentindo uma ordem de uma força maior para o acabar…
Liberto a minha erosão para a ilusão e para o ser. Digo adeus a esta alienação.