terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Yoko Maquinanda!

Yoko Ono apresenta a sua versão da música "Fireworks" da Katy Perry. Palavras para quê? Nós queremos o mesmo que ela anda a tomar!



e um pouco mais à frente tropeçamos nisto... lá está!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Contextualizações Televisivas em Contextos Democráticos


O jornal Público também apresenta os seus ditadores da comunicação social: Miguel Esteves Cardoso definiu a televisão do Estado Novo de uma época onde a RTP Memória liberta um ar fresco à respiração de só mostrar os melhores momentos de um período que considera enfadonho.
Ora, como é possível hoje a televisão se ter democratizado (se considerar este conceito o oposto à primeira norma política), aferindo metáforas elogiosas à Press TV (canal iraniano), descrevendo-o maioritariamente noticiário para a sua perceção, no gosto com certeza arcaico no qual mistura e confunde com a característica cultural.
Na sua relação, Miguel Esteves Cardoso, no que diz respeito à referência da “Primavera Marcelista” estar cada vez mais esquecida, não contém toda a sua população ativa jovem a qual se encontra numa percentagem de 36% (sondagem Sic Notícias – 1-3 indivíduos deste grupo) no desemprego, nenhuma experiência para conhecimento de memória: com objetivo à satisfação de clarividência para ideias inovadoras da sua pseudo crónica resumida, e se quiser atingir a frescura desse jovem “público” leitor para inovação, terá de aprofundar esse conceito para clarificar a sua opinião acerca do assunto.
A TV do «Novo Estado», (passo a redundância, sendo esta minha pessoa a denominá-lo), não é muito diferente do primeiro conceito, os quais ambos os períodos, hoje e ontem, atacados por Karl Popper, na sua legitimidade de referência defensiva à televisão esta ser um atentado contra a pedagogia devido ao seu combate de audiências, resumidamente. As ponderações do filósofo, minuciosamente analisadas, se quiser dar-se a esse trabalho, Miguel Esteves Cardoso, não fomentam qualquer valor qualitativo de radicalismo – é essa característica a qual diretamente é crítica no sistema “tradicional” deste meio de comunicação social, principalmente o seu desgaste a nível do entretenimento imediatamente gasto, falido, e absolutamente ultrapassado, como o fenómeno da crise que elevou para a superfície do conhecimento a pobreza neste país. Em pormenor, observe-se a programação de cada canal generalista, e compará-los há dez e depois há vinte anos atrás: é o mesmo! ; Acrescentando a efemeridade do valor informativo das mais importantes reportagens semanais em horário nobre, que por causarem polémica no seu conteúdo num país conservador e fascista como Portugal, urgentemente postos no arquivo como nunca tivessem acontecido – (observemos o caso da redação TVI do fim-de-semana, demitida por causa do seu governo da época, não criando esta nova hodierna governação muita diferença de projetos para os media com a privatização da RTP, originando uma continuidade ideológica o programa tanto constitucional como autárquico).
Estes exemplos graves são observados caso se forneça empregabilidade a um antropólogo moderno e profissionalmente competente que analise através de um estudo de campo etnográfico rigoroso e aprofundado em termos de “obra municipal” planeadas desde há doze anos até à atualidade, por todo este país que se distingue de Lisboa.
[O “Estado Novo” sofre somente uma distinção deste “Novo Estado” unicamente nesta troca redundante denominativa das mesmas palavras, donde as suas equipas só mudam os nomes dos seus responsáveis, mantendo o sobrenomes.]
Lá para os lados da última página deste jornal de hoje, Rui Tavares escreve a quinta crónica da sua estória «Refundação Democrática», em destaque como antologia antónima às circunstâncias políticas do país em relação a Miguel Esteves Cardoso, por todo o seu conteúdo nos dois textos.
Na sexta crónica (que será o mesmo que dizer capítulo) responderá a todas as questões que formou na sua lógica semiológica discursiva que exigem soluções claramente óbvias, seguindo a sua fruição de sentido. – Veremos!…

terça-feira, 31 de julho de 2012

Conceito de Ditadura Democrática



Estigmatizada por uma má educação alimentada pela ignorância e o complexo de inferioridade social de tempos antigos que se viveram, a cidade de Espinho está estagnada à não evolução de progresso das grandes obras municipais, e aos ideais de vida noturnos que se propagaram em brigas de rua por embriagados do interior novatos e desconhecidos.
O impedimento do retorno à glória da costa verde portuguesa resume-se à não liberação dessas comemorações sociais sofisticadas, ao perigo pela timidez, de raiz a crueldade manifestada em medo pela conotação de uma reputação, o impedimento à educação superior sobre parâmetros de um ensino secundário e básico bem preparado, e às disparidades de competência profissional ao ilibado agradecido, barato e fácil do encontro familiar nos grandes postos nacionais que definem uma república de estado.
As dúvidas nascem aos analistas no momento fulcral onde a crise propaga na população ativa jovem nos 35% de desemprego. Pondera-se se a mudança nos partidos de direita se da alteração da deficiente constituição se da deficiente mentalidade do povo que a constitui todos os dias no seu quotidiano. A ignorância e o analfabetismo atingem os seus défices nas suas classes mais elevadas. Agostinho Lopes, deputado pertencente ao comité central do PCP, é o exemplo protótipo de representação política democrática, ou melhor, popular, que um novo Portugal que anseia o dia de nascer para dar a sua primeira lufada de ar fresco e daí respirar até ao dia da sua morte que doa continuidade às próximas gerações que se lhe seguem. O auge da hipocrisia em corrupção, onde a sabedoria popular é abafada em pressão selvagem de sobrevivência pelos bens mais básicos. A culpada pela ingratidão remexe o desenvolvimento da prática vigente sem alternativa dos mais fortes em relação aos mais fracos e a liberdade de expressão é controlada através do ócio sem alternativa.
Política Democrática saloia e burocrática.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Premonições no Presente

- "Yes its true, I will be making my debut as an actress ln the amazing MACHETE KILLS BY Robert Rodriguez IM SO EXCITED!!! AH! Filming was insane." - Lady Gaga.