sexta-feira, 24 de setembro de 2010
I'm out of time, I'm out of fucking time! (Le Tigre)
Como te disse a algum tempo atrás, durante uma das nossas "vulgares" noites de copos, a falta de tempo provoca a cadência reduzida dos meus contributos para a nossa filha Maquinanda. Para além de pontuais e espaçados no tempo (em demasia), acabam por ser todos curtos e directos (sem que isso implique menos substância é certo), julgo eu, neste meu entender de síndrome de sexta-feira à tarde, em modo férias é certo. Graças ao síndrome, permito-me pois partir para uma reflexão, um pouco mais desenvolvida que as anteriores, porque apesar de o tempo ainda ser escasso, hoje sinto que efectivamente estou em total poder da minha própria agenda.
Depois de uma brusca passagem de Vive La Fête, para uma singela e quase puritana Katy Perry, nada melhor do que mais uma volta de 180º, ainda e sempre acelerando em direcção ao electro (seja lá o que isso for afinal). Ao mesmo tempo que ouvia a dita banda, existiam outras coisas a rolar no cassete do meu falecido Seat Ibiza, nomeadamente Le Tigre. Penso já te ter referido este nome, mas penso nunca ter dado a ouvir esta banda norte-americana (porque em terras do Tio Sam nem todos vivem de e para o designado star system), fundada em 1998 e que acabam por ser de certa forma uma espécie de pioneiros na cena electroclah americana; importa que refira, que entendo o electroclash como um movimento musical tipicamente europeu, urbano e electrónico, daí o factor novidade destes Le Tigre que surgem de certa forma descontextualizados no espaço e tempo, do panorama musical do final da década de 90. Os Le Tigre são formados por três elementos, Kathleen Hanna, Johanna Fateman e JD Samson.
Esta música que aqui apresento, Deceptacon, é de certa forma aquela que eu acho que melhor representa a designada banda, vamos a isso portanto pois lá no fundo I'm out of time, I'm out of fucking time!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Maquinanda Maquilhada!
Para ouvir, curtir e dançar com o som bem alto! (esta que foi tirada directamente do baú e à qual nem é necessário retirar as teias de aranha). Para mim é definitivamente uma canção do passado, mas sem a qual o presente e o futuro seriam ambos mais sombrios e agrestes.
Esta é daquelas que sabe bem ser desfrutada numa qualquer discoteca underground, repleta de fumo e de pessoas, com "n" strobrers a rasgar, porque Vive La Fête dentro das nossas cabeças!
(sim, começo a atingir a insanidade devido à falta de férias); estou sentado no escritório a trabalhar e a minha cabeça teima em dar festas de electro para mim próprio... Só posso mesmo dizer, que a selecção musical tem estado do melhor!
Esta é daquelas que sabe bem ser desfrutada numa qualquer discoteca underground, repleta de fumo e de pessoas, com "n" strobrers a rasgar, porque Vive La Fête dentro das nossas cabeças!
(sim, começo a atingir a insanidade devido à falta de férias); estou sentado no escritório a trabalhar e a minha cabeça teima em dar festas de electro para mim próprio... Só posso mesmo dizer, que a selecção musical tem estado do melhor!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
A tal Maquinanda!
Belas noites de entretenimento tenho tido à custa desta verdadeira referência da nossa portugalidade (bendita caixa de DVD's comprada na Fnac). O mais curioso é que conforme vou avançando nos episódios, mais constato o quanto isto influenciou a minha formação enquanto pessoa adulta. Dos separadores manhosos com erros ortográficos, a pobreza dos cenários, a loucura dos textos, revejo-me em cada detalhe. Engraçado, este "O Tal Canal" explica claramente o porquê de ser de "Tal Ceita" e determinados blogues.
Hoje é noite de "O Tal Canal" lá por casa, tragam vinho e apareçam se assim vos apetecer!
Hoje é noite de "O Tal Canal" lá por casa, tragam vinho e apareçam se assim vos apetecer!
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
o exercício
© Diogo Pimentao Empli, 2010 performance, paper and graphite - 200 x 200 cm
Aparentemente temos já definida, a designada introdução, que encabeça qualquer texto/exercício do acto da escrita. Ainda o tema da folha em branco e respectivo terror do utilizador, perante a emergência do desenvolvimento de uma relação de afectividade, que se tornará dopante (sempre que os acasos da vida assim os provoquem); recorrendo às regras, do exercício em causa, pretende-se o desenvolvimento de algumas ideias, conceitos, palavras e demais temáticas, que nos conduzam a um determinado ponto do raciocínio. Torna-se claramente evidente a necessidade de discorrer sobre o ponto focado, no exercício de reflexão intelectual, associado à própria lógica deste mesmo processo criativo – o exercício.
O ponto da reflexão, exposta no acto da escrita, poderá tomar diferentes formas de ser (existir), consoante o objectivo de quem na efectividade do momento, se dedica à sua comprovação (ou não), sendo este o objectivo primário do exercício. A intersecção de todas as ideias lançadas pela escrita, define um ponto de entendimento, dentro de todo o percurso de raciocínio, o transcrito para o exercício e todo aquele arrumado no nosso pensamento. Esse ponto de entendimento do nosso próprio intelecto varia na sua posição e centralidade, consoante a filtragem, ou focagem daquela determinada e específica área de entendimento.
Por vezes, essa mesma área será difusa o suficiente para que mal se a consiga encontrar verdadeiramente – um género de onde tendencialmente se extraem os génios do acto da escrita -, podendo ser igualmente linear e definida e consoante o contexto, assumidamente técnica e/ou meramente funcional.
Usando uma fórmula repetida, mais um cliché naturalmente, em jeito de conclusão será claramente comprovar, resumir e reafirmar a validade, de todo o processo explanado durante o exercício. O cumprimento de uma necessidade, mediante um posicionamento emotivo, perante o confronto com uma página em branco.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
A Dita ensina...
Curto, directo e simples. Elas sabem perfeitamente o efeito que despertam em nós homens e fazem questão de nos mostrar sempre que podem, que o sabem e que sabem como nos deixar completamente desnorteados...
Sim, sabemos que sem voçês não seriamos nada, mas verdade seja Dita, ela sabe mais do que voçês falsas púdicas todas juntas! Meninos degustem-se com este spot, quanto às meninas, tirem apontamentos e aprendam a tratar bem de nós!
Sim, sabemos que sem voçês não seriamos nada, mas verdade seja Dita, ela sabe mais do que voçês falsas púdicas todas juntas! Meninos degustem-se com este spot, quanto às meninas, tirem apontamentos e aprendam a tratar bem de nós!
(aparentemente este post parece uma repetição de um anterior, mas sem dúvida que vale a pena insistir neste assunto, não acham?)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
I'm in love with a German film star...

Esta foi retirada das profundezas do baú das sonoridades. The Passions, foram uma das designadas bandas one-hit wonders dos anos 80. Em 1981, conseguem entrar para a história da música com este single I'm in love with a German film star. A ilustração, na pessoa de Marlene Dietrich aqui associada, surge por clara influência de todos aqueles que mais recentemente têm recuperado esta música, envolvendo-a em novos esquemas sonoros, à luz das tendências actuais. Sobre este mesmo assunto, poderão encontrar mais derivações sobre este mesmo tema num outro lugar...
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Maquinanda Tónica
porque já não se fazem bandas de raparigas como antigamente e com o calor a apertar um gin tónico ia mesmo a calhar...
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