quinta-feira, 13 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Fado Electro Pop Maquinanda (with aliens)!!
Esta Maquinanda desenvolve-se em dois actos distintos: num primeiro momento, um dos mais bizarros e ao mesmo tempo deliciosos fados de Amália, de nome O Senhor Extra-Terrestre, que conta com a letra de outro grande génio, Carlos Paião. A letra é de ir às lágrimas, numa mistura de ode à era espacial meets a típica vidinha quotidiana nacional.
O segundo acto, surge da recente edição de um álbum de tributo a Carlos Paião, onde os Mesa pegam precisamente neste mesmo tema, dando-lhe um embrulho electrónico e pop como só eles poderiam ser capazes de fazer, devolvendo esta música ao século XXI.
Primeiro acto:
O segundo acto, surge da recente edição de um álbum de tributo a Carlos Paião, onde os Mesa pegam precisamente neste mesmo tema, dando-lhe um embrulho electrónico e pop como só eles poderiam ser capazes de fazer, devolvendo esta música ao século XXI.
Primeiro acto:
Segundo acto:
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Maquinanda em Cubo
A recuperação de momentos da nossa história enquanto nação, memória e identidade, tem vindo a afirmar-se como uma necessidade de cada um de nós, surgindo quase sempre como uma reacção ou até mesmo associado a um momento de impulso.
O nosso passado recente conjunto, entenda-se Portugal, mostrou-nos que a nossa sociedade é constituída, no que ao seu funcionamento estrutural diz respeito, de ciclos; ciclos esses que se repetem de uma forma constante, onde apenas os protagonistas se vão sucedendo e que nos provam que a alteração não foi tão radical quanto nos poderia parecer à primeira vista. Afinal, à 34 anos que assumimos verdadeiramente a nossa forma de ser, como povo português que somos, mas no fundo, na maioria dos aspectos continuamos na mesma. Na merda portanto!
Ivone Silva em 1983 já falava deste modo, num texto tão actual como as líricas de Zéca Afonso. Cada um à sua maneira é certo, mas ambos tão acutilantes como presentes.
"Porque digam o que disserem, as doutrinas das estatísticas sinceras da nação, Há para aí muito menino a roçar o cubo pelas esquinas, e não conseguem achar uma solução!"
O nosso passado recente conjunto, entenda-se Portugal, mostrou-nos que a nossa sociedade é constituída, no que ao seu funcionamento estrutural diz respeito, de ciclos; ciclos esses que se repetem de uma forma constante, onde apenas os protagonistas se vão sucedendo e que nos provam que a alteração não foi tão radical quanto nos poderia parecer à primeira vista. Afinal, à 34 anos que assumimos verdadeiramente a nossa forma de ser, como povo português que somos, mas no fundo, na maioria dos aspectos continuamos na mesma. Na merda portanto!
Ivone Silva em 1983 já falava deste modo, num texto tão actual como as líricas de Zéca Afonso. Cada um à sua maneira é certo, mas ambos tão acutilantes como presentes.
"Porque digam o que disserem, as doutrinas das estatísticas sinceras da nação, Há para aí muito menino a roçar o cubo pelas esquinas, e não conseguem achar uma solução!"
quinta-feira, 15 de abril de 2010
E mais não disse...
"I don't have any friends in the music business. I feel completely detached from the celebrity world, you never see me falling out of nightclubs.
You see legendary people taking out their trash, I think it's destroying showbusiness.
I would rather die than have my fans not see me in a pair of high heels. I'd never give up my wigs and hats for anything."
- lady gaga
mas afinal até disse mais... este artigo saiu na revista Pública de 18 de Abril de 2010 : ler aqui
You see legendary people taking out their trash, I think it's destroying showbusiness.
I would rather die than have my fans not see me in a pair of high heels. I'd never give up my wigs and hats for anything."
- lady gaga
mas afinal até disse mais... este artigo saiu na revista Pública de 18 de Abril de 2010 : ler aqui
domingo, 4 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Maquinanda disposta segundo as Leis do Acaso.
HANS (JEAN) ARPColagem com Quadrados dispostos segundo as Leis do Acaso. 1916-17.
Colagem de papéis de cor, 0,485 x 0,346 m.
The Museum of Modern Art, Nova Iorque (compra)
"Hans Arp (1987-1966), um dos primeiros membros do movimento, criou uma nova espécie de colagem, cujos elementos - pedaços de papel de cor rasgados e não cortados - ficavam dispostos "segundo as leis do acaso". Arp começava estas composições deixando cair os pedacinhos de papel sobre uma folha maior e depois ajustava cautelosamente essa configuração "natural". A tarefa do artista, segundo ele, era "corteja a Musa do Acaso", solicitando-lhe aquilo a que ele chamava "concrecções orgânicas" (não gostava do termo "abstracção", que implica disciplina e uma finalidade consciente, e não uma mera dependência de acaso feliz).
Esta irreverência e espontaneidade são igualmente os impulsos por detrás dos "Ready-Mades" ("prontos a usar) de Duchamp, que o artista criava transferindo simplesmente os objectos do contexto utilitário para o estético. Mas o principio em si - o de que a criação artística não depende de regras estabelecidas, nem da habilidade manual - é uma descoberta importante, a que nos referimos quando analisámos a Cabeça de Toiro, de Picasso."
in.: Jenson, H. W. (Horst Woldemar) - História da Arte - 4ª Edição - pág. 693. Fundação Calouste Gulbenkian. 1989. ISBN: 972-31-0498-9
O wikipédia tem demasiado ruído, nada como um bom livro técnico da coisa. Uma descoberta segundo as leis do acaso, guiados por um livro aleatório. A Maquinanda musa, surge pregada num vulgar, reles e amarelo post-it...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
