Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011
Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011
To Led Zeppelin... («War!»)
«Day after day, love turns gray
Like the skin of a dying man.
Night after night, we pretend its all right
But I have grown older and
You have grown colder and
Nothing is very much fun any more.
And I can feel one of my turns coming on.
I feel cold as a razor blade,
Tight as a tourniquet,
Dry as a funeral drum.
Run to the bedroom,
In the suitcase on the left
You'll find my favorite axe.
Don't look so frightened
This is just a passing phase,
One of my bad days.
Would you like to watch T.V.?
Or get between the sheets?
Or contemplate the silent freeway?
Would you like something to eat?
Would you like to learn to fly?
Would'ya?
Would you like to see me try?
AAAH, no!
Would you like to call the cops?
Do you think it's time I stopped?
Why are you running away?»
Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011
Maquinanda Raticida

«Got it hit down | ||||
Domingo, 20 de Fevereiro de 2011
Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011
Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011
Maquinanda da Reconciliação (O Encontro com o Perdão e a Tolerância) - Relembrem-se Sempre da Nossa Origem!
Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011
Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011
Domingo, 13 de Fevereiro de 2011
Sábado, 12 de Fevereiro de 2011
Maquinanda (em movimento)
Sugestão de sinopse (pelo autor)
Esta Maquinanda pode ser classificada como um exercício de site specific por si só. Acontece apenas e só num determinado momento, para a qual foi pensada/desenvolvida, como uma especificidade de realidade em aparente controlo (mas igualmente desfocada). Movimento com uma narrativa cíclica em redor da flexibilidade da criação da forma artística redundante e desprovida de aparente raciocínio. Arte digital como elemento vital de suporte da nossa existência virtual, no plano psico-emocional?
ele foi. ele fez. voltou a fazer. esta a fazer. amanhã faz.
Para interpretações profundas e difusas é favor ignorar o vídeo e música que aqui representou, no que à iconografia diz respeito, este específico momento de realidade.
Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011
Introdução de uma psicose de um inconsciente colectivo, de Yung:
A não compreensão de um sistema. Com certeza por nós já todos passamos por um pressentimento o qual nós não conseguimos entender. A vivência de uma psicose trespassa pelo envolvimento de muitos estupefacientes. No entanto, os quais pelo que já raramente são puros, existe um envolvimento da vontade, do instinto, do carácter do ser que pelos vistos vai dar moço. A esperança é uma alternativa que sai e dá a entender um momento de psicose. Um envolvimento que acarreta o ser e o faz viver; como absorto, despojado de todo o mal como um fim absoluto. “Não criarei alternativas para o ser como um bem astuto!” – eis a lei do progresso e da modernidade.
Mas não me quererei repetir. Antes absorver todo o mal abutre de um templo que contemplo, prisioneiro astuto, para abandonar todo o mal, e viver o bem, sabendo que nenhum dos dois é cabotagem.
O povo é a essência da democracia, mas não compreende que eleve todo um envolvimento: esta é a palavra-chave pelo que pretendemos adivinhar. O engano e a mentira são interferências a interromper. Clarifico o sistema em busca de uma vanguarda.
O trabalho é humilde, absorto, e absoluto. A revolta e raiva não podem estar aqui presentes, a inveja e a intriga, com a vaidade, são secundários. Compreender a realidade não significa suportar a ilusão, assim como viver a ilusão não significa que a suportemos a realidade, e a vivemos.
Pensar em grande não é pensar, é entender, olhar. Ver é já uma reminiscência do que é interpretar. A ascensão aos céus não é este impulso intermitido.
Sobre as palavras ter-se-á sempre a semiótica, e é daí que advém a intermitia. Mais um verso sob a estrofe. O verbo.
Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011
Quarta-feira, 9 de Fevereiro de 2011
«A Mosca»!

Uma relíquia daqueles que foram os anos de ouro da série na cinematografia dos anos 80. Esta preciosidade do Cronenberg serviu de influência já para muitos outros filmes, incluindo os últimos mais mediáticos a nível artístico de relevo mais erudito deste ano anterior que passou. Sem dúvida, um recordar à literatura kafkiana em recorrência com absoluta generalidade à ficção científica numa exposição moderna e aforismo metafórico de Frankenstein, no consultório do “Dr. Jivago na Transilvânia”, para o cinema.
As suas características e perfusões se aparentam em montagens e maquilhagem numa tradicional ostentação profissional e trabalhosa relacionada com toda a acção das possibilidades da câmara da sua época. A visão e passo para as futuras novas tecnologias, hoje raras, senão nulas, na adaptação para o guião de um filme hodierno. Uma Maquinanda por interligação inspirativa de várias ramificações, transportes e interligações artísticas.
A película é a visão decadente a qual Cronenberg já nos acostuma nas suas obras cinematográficas sem sequelas, com princípio e fim, das evoluções tecnológicas e o caminho as quais a capacidade limitada da intelectualidade do homem, dependente da sua personalidade e escolhas, caminhos, poderão seguir. Esta “metamorfose” eleva-nos o conceito tradicional já conhecido da modernidade e a atenção a reter para o choque, a visualização paranormal do anacronismo reflexivo e o desfecho fílmico de uma obra que se prende ao desconexo, à indignação, e ao bombardeamento consecutivo de dúvidas da incompletude da perfeição. Esta será a visão destacável do comportamento social ao lidar com uma doença no comportamento das suas personagens secundárias que lidam com a sua situação aparente a ficcional. Exacerbação consequente e emulsionante de impulsiva.
Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011
Misfits vs. Peaches: You Love It When I'm Bad
Sem a Peaches somos uma mera sombra da nossa inexistência...
Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011
Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011
Em flagrante Maquinanda!
Mas como todos nós sabemos..."America runs better on American oil!"!
Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011
Maquinanda de esperança
Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro
as feras.
Ninguém nos leva ao engano
toureamos mano a mano
só nos podem causar dano
espera.
Entram guizos chocas e capotes
e mantilhas pretas
entram espadas chifres e derrotes
e alguns poetas
entram bravos cravos e dichotes
porque tudo o mais
são tretas.
Entram vacas depois dos forcados
que não pegam nada.
Soam brados e olés dos nabos
que não pagam nada
e só ficam os peões de brega
cuja profissão
não pega.
Com bandarilhas de esperança
afugentamos a fera
estamos na praça
da Primavera.
Nós vamos pegar o mundo
pelos cornos da desgraça
e fazermos da tristeza
graça.
Entram velhas doidas e turistas
entram excursões
entram benefícios e cronistas
entram aldrabões
entram marialvas e coristas
entram galifões
de crista.
Entram cavaleiros à garupa
do seu heroísmo
entra aquela música maluca
do passodoblismo
entra a aficionada e a caduca
mais o snobismo
e cismo...
Entram empresários moralistas
entram frustrações
entram antiquários e fadistas
e contradições
e entra muito dólar muita gente
que dá lucro aos milhões.
E diz o inteligente
que acabaram as canções.

