Domingo, 30 de Janeiro de 2011

Maquinanda «In-your-face»

- Para explicar o alento horror que se anda a passar na nossa televisão portuguesa de hoje em dia!

Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

Súmula de Maquinanda (inteira e não em partes)

Neste momento gosto muito desta, ao som disto, mas entretanto acabei de encontrar esta notícia deliciosa! Aconselho este site e já estou a ouvir esta entretanto. Estarei por aqui, onde acabo de me lembrar do que encontrara ainda à pouco, que foi basicamente esta. STOP!

Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2011

Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

Uma curta Maquinanda biográfica:

A “Mãe do Punk.:”! Foi assim conhecida uma das estrelas mais controversas da realidade alemã nos anos de ouro da música rock.: nesta realidade virtual interactiva. Apesar de morto, o âmago alemão não se encontra esquecido, nem mal interpretado, nem despercebido. A modernidade não se concentra na visualização pragmática que exige uma incredulidade e manifestação em que se concentram os espíritos bárbaros e nórdicos na nossa velha Europa, apesar de ainda indefinidos, pois novos ainda em muitos anos de história, só muito tarde reivindicados e aparecidos nos seus anais. Nina Hagen.: aparece no final do seu século onde o exemplo do seu anterior, também quase mesmo no seu final, já o chamava, e previa.


«Unterdrücken, das kannst du mich nicht
Auch wenn du es immer die ganze Zeit versuchst
Du weisst, das ich glaub, du bist nicht ganz dich
Mir is das jetzt zu viel und ich hab genug

Du willst mich so wie alle sind
Nein nein du altes Schwein
Du merkst nicht, das ich anders bin
Hau ab, you full of crap!

Das lass ich mir nich länger gefalln
Die Mädchen sind die Sexie Sadies
Sie sind die Mutter für den Staub
Und Katzen haben scharfe Krallen

Ich wasch nich deine Käsesocken
Hosen. T-shirts.
Fass mich nicht an
Verischt auf deine Pocken. Locken. Gonokokken.

Ich schenk dir keine Kinder zum Zeitvertreib
Leg mir lieber Puder kamm und Lippenstift bereit
Dann geh ich mit Frau Holle auf'n strich
Kurzgesagt: du bist mir einfach widerlich

Ich bin nich deine Fickenmaschine
Spritz spritz das ist'n Witz aeh
Schätzchen, wir müssen ausnanda geh'n
Tschau tschau du alte sau!!!»

[Tradução:]

«Tu não podes acabar comigo!
Não importa o quanto te esforces!
Tu sabes que não és capaz!
É demais para mim, não aguento mais!

Tu queres que eu seja como as outras
Não, não, meu desavergonhado!
Não consegues perceber que eu não sou mais a mesma?
Sai daqui, seu merdas!

Já chega:
As meninas são como as Sexy Sadies
Elas são a mãe da escória
E gatas têm garras afiadas

Eu não vou mais lavar as tuas meias fedorentas, calças, camisas
Não me toques
Estou farta da sua catadura, cachos, gonorreia,...

Eu não te vou dar filhos
Então deixa na minha penteadeira um batom
Que eu irei para as ruas trabalhar com a Senhora Holle
Numa frase: Tu enojas-me!

Eu não sou a tua máquina sexual
Ha, ha..., esta é a minha gargalhada!
Querido, eu tenho que ir
Tchau, tchau, seu porco!»

Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

Maquinanda Social (em modo cor de rosa)

Neste blog não se falou do caso Carlos Castro! Pelo menos até agora...
O que quero dizer na verdade, é que no fundo no fundo, não me apetece recalcar esta notícia escabrosa e hollywodesca que vivemos diariamente. Certo é que entre o estado actual da minha triste e sombria situação económico-profissional, a vitória de Mourinho e a profundeza do abismo que suga a população deste triste Portugal, começa a parecer-me que esta temática cor de rosa nova iorquina acaba por ser o assunto mais leve e agradável sobre o qual poderei reflectir!
Acalmem-se os que acham que possa estar a menosprezar a atrocidade e violência da morte do cronista social (daqui em diante designado por CC), não existe qualquer intensão de gozar ou brincar com o sucedido (apesar de agradecer a todos aqueles que afincadamente fazem já circular pela web, as piadas do costume, sobre um assunto tão apetitoso para o humor, que torna a sua digestão mais amena). Não irei também defender ou acusar o modelo Renato Seabra (RS), principal suspeito do crime, nem o seu bom senso ou inocência em acreditar que poderia levar este perigoso jogo de equilibrismo até ao fim, apenas e só porque queria singrar no mundo da moda. Cada um é responsável pelas suas acções e sobretudo pelas opções que faz no que toca às amizades. Muito cedo me ensinou o meu pai "cuidado com as companhias!", ou então o célebre ditado popular "diz-me com que andas, dir-te-ei quem és...", ou ainda o "quem anda à chuva molha-se!"; podia aqui estar o dia todo, baseando-me apenas nos fantásticos ditados populares portugueses, ora do lado da vítima ora inocentando o alegado assassino, mas sinceramente não me apetece. Deixo essa tarefa para os cronistas sociais que nos restam, os que gostavam de CC e os que não gostavam ou tinham ciúmes de CC e do seu novo namorado...

Certo é que CC foi encontrado morto, num quarto de hotel em NY, com sinais de tortura (onde entra o já célebre saca-rolhas) que mostram o requinte da morte da diva da crónica social. RS terá posteriormente tentado o suicídio (mais um apontamento de glamour da história do crime) e todos os habitantes de Cantanhede colocam as mãos no fogo pelo homem de 21 anos (rapaz nunca! RS é maior de idade e perfeitamente apto a assumir a responsabilidade pelos seus supostos actos...). É normal que assim seja, dificilmente se consegue acreditar que a pacatez de Cantanhede possa dar à luz, um assassino tão sanguinário. Quantos de voçês já tiveram em Cantanhede? Quantos voçês perceberam o atrofio daquela cidade, esquecida a meio caminho entre o litoral e o interior de Portugal? Só este simples facto poderia explicar a avidez ou necessidade do reconhecimento socio-profissional, nem que para isso tenha de se predispor à horizontalidade com determinadas personagens/personalidades. Conheço pessoalmente um caso destes, em que felizmente tudo funcionou pelo melhor (após esta demonstração prática do que é efectivamente correr mal), uma vez que essa figura começa a ser presença habitual nas publicações cor de rosa. Não que isso provoque em mim qualquer tipo de reacção, simplesmente aconteceu e ele aí anda!
Mas o que mais me perturba neste caso, digno de ser investigado pelo Grissom ou pela nossa Daniela Ruah, é o partidarismo que começa a tomar conta da comunicação social e da própria opinião pública. Inicialmente CC era a vítima, agora parece que CC afinal poderá ter "torturado psicologicamente" o modelo, levando este a cometer um tal acto de loucura. Passo a descrever: pegar no portátil, espancar CC, pegar no saca rolhas, furar e castrar CC...
De um modo ou de outro, certo estou eu apenas que nunca mais terei de aturar CC na televisão/imprensa, com o seu ar snob, superior a falar das mais importantes (para os que de aparências vivem) futriquices do jet set... Graças a deus!! Este tipo de "jornalismo" não faz falta a ninguém, o que me leva quase a agradecer ao modelo pelo serviço público que prestou à sociedade em geral! Mas não agradeço, porque entendo que recorrer à morte como método de aplicação de censura, é definitivamente drástico e totalmente desnecessário. Veja-se o que Sócrates fez com Manuela Moura Guedes, simplesmente retirou-lhe o tempo de antena, não teve de a mandar matar pois não?

Sim, sei que estou a divagar, mas que em termos de jornalismo não se perdeu grande coisa, lá isso acho que não... e sinceramente eu nem percebo muito de moda, mas acredito também que não se terá perdido uma espécie de Cristiano Ronaldo da passerelle. Resumidamente, não podia estar mais nas tintas para este assunto, encanto-me com o recambolesco da cobertura dos média quanto a este caso (e a procissão ainda vai no adro), mas sinceramente agora questiono-me: afinal quem é que ganhou a Casa dos Segredos? Sempre foi o pastor de Baião ou a acompanhante de luxo? O que eu gostava da moça...

Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011

Maquinanda dos Bons Rapazes

Após tanto tempo à procura desta música, finalmente a encontro, descobrindo que afinal ela estava mesmo aqui.: ao lado!



«The continent of Atlantis was an island
which lay before the great flood
in the area we now call the Atlantic Ocean.
So great an area of land, that from her western shores
those beautiful sailors journeyed
to the South and the North Americas with ease,
in their ships with painted sails.

To the East Africa was a neighbour, across a short strait of sea miles.
The great Egyptian age is but a remnant of The Atlantian culture.
The antediluvian kings colonised the world
All the Gods who play in the mythological dramas
In all legends from all lands were from fair Atlantis.
Knowing her fate, Atlantis sent out ships to all corners of the Earth.
On board were the Twelve:
The poet, the physician, the farmer, the scientist,
The magician and the other so-called Gods of our legends.
Though Gods they were -
And as the elders of our time choose to remain blind
Let us rejoice and let us sing and dance and ring in the new
Hail Atlantis!
Way down below the ocean where I wanna be she may be,
Way down below the ocean where I wanna be she may be,
Way down below the ocean where I wanna be she may be.
Way down below the ocean where I wanna be she may be,
Way down below the ocean where I wanna be she may be.
My antediluvian baby, oh yeah yeah, yeah yeah yeah,
I wanna see you some day
My antediluvian baby, oh yeah yeah, yeah yeah yeah,
My antediluvian baby,
My antediluvian baby, I love you, girl,
Girl, I wanna see you some day.
My antediluvian baby, oh yeah
I wanna see you some day, oh
My antediluvian baby.
My antediluvian baby, I wanna see you
My antediluvian baby, gotta tell me where she gone
I wanna see you some day
Wake up, wake up, wake up, wake up, oh yeah
Oh glub glub, down down, yeah»

Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011

Maquinanda sem sátira e sarcasmo negativo

Regressamos às coisas tristes para justificar a nossa fuga, a fraqueza e as limitações para impelirmos inconscientes o fenómeno da responsabilidade: somos fúteis! O ser humano é fútil para a felicidade e para a própria utilidade em si, reiterando salvas, únicas e raras excepções. A liderança do património português está condenada ao fracasso, ao desgosto, à indulgência e à frustração da incapacidade de resultado e da acção de progressos. A única gravidade emocional se abstém na saudade que representa desde já a nossa história como natureza. A grandeza é utópica como a democracia porque nunca realmente chegou a existir, assim como a própria expressão, fosse ela de que maneira fosse, quanto mais para dizer qualquer, a maturidade evolutiva pela qual aspiramos, a manifestação. Portugal vive de esmola e de corrupção. A sua natureza oportunista revela a sua incapacidade de evolução. A resolução dos seus problemas é a herança da sua ignorância revelada pelos valores históricos do desenvolvimento da humanidade que se aproxima a uma desdensificação do instinto que se transforma de materialmente carne putrificada a espiritualmente racional. A inteligência portuguesa é um atentado ao conhecimento porque carece dele. Fora a inveja.
A harmonia do espírito português no seu dia-a-dia quotidiano baseia-se numa auto-reflexão e interacção virada para dentro. O seu altruísmo é egoísmo. A sociedade é uma alcateia esfomeada fora do habitat natural em selva urbana sem sair do seu próprio território donde nasceu. O profissionalismo é um tema exacerbado. O trabalho é um tema de conversa. Fora a vaidade.
O homem auto-destrói-se para se tornar num super-homem enquanto se converte num embuste e fede no sentido real e completo da existência. No entanto, não existem razões para deprimir o povo em relação aos seus princípios de vida. A vida em co-adaptação natural com a essência em actividade permanente pela vontade e pelo gosto exacerbam a miscigenação entre o instinto e o intelecto sem ter de se preocupar muito com isso. Fora o diabo que atazana a alma pelo pensamento. A origem.
O ser humano é dual, mas todo ele diferente de um para com o outro apesar da mesma espécie. Fora o sofrimento. O papel de vítima. A carência é desesperada aquando o pedido de um afecto poderia ser tão simples e se complica pela rejeição causada pelo acto de manipular. A incerteza é ignorância, a ignorância é falta de conhecimento, e a falta de conhecimento é um bicho. Fora o analfabetismo.



«My god betrays
dumb fist of tragedy hit the door
my god betrays
waits for a signal and takes the floor
dances and sways
plays to the crowd
strangles the light from my days
oh my god betrays

My god betrays
spat on the handshake and called it quits
my god betrays
crept down the hall finger at his lips
dances and sways
lays on the charm
strangles the light from my days
oh my god betrays

My god betrays
saddles the four winds and hits the town
my god betrays
watches my love bloom and cuts it down
dances and sways
lays on the charm
strangles the light from my days
oh my god betrays

seen turning the cheek
turn in on the weak
and piss all the promise away
oh my god betrays»