Apesar de depressivo e crítico, 2010 foi sem dúvida um dos anos para maior dedicatória e devoção, já em memória, de um dos melhores cineastas portugueses de sempre, o ano de João César Monteiro.
Recheado de ateamento à gargalhada, que é o que desejo também em partilhar com todos os leitores, sonho utópico, o fim do atavismo colectivo português, num ansiar sentimentalista positivo e gracioso, oposto e disposto, para poder explicar este ponto, contra toda a hipocrisia com o comportamento cínico no convívio capitalista do dia-a-dia de cada um, num Ano Novo de 2011 recheado de novidades, sucessos, e perspectivas…
Fiquem muito bem, a todos um grande abraço e a aspiração de uma festa magnânima!
Todos os acontecimentos atrás de hoje poderiam ser uma Maquinanda neste precioso momento de publicação! Inesperadamente, de um dia proveniente que parecia calmo donde nada ia suceder, surgiu o todo que se vem trabalhando há já alguns meses. Hoje, foi o dia apoteótico da lua no seu misticismo total do provir, no desfecho do seu último dia do ano.
Apenas uma série de televisão e um filme advêm o próximo momento que se segue, registando para sempre todo o historial essencial de uma teorização fundamental da práxis filosófica para a vida de hoje em Portugal, e no Mundo. Aqui o tempo mistura-se para conquistar bem sucedida a plenitude. Estabelecida está a interrogação de hoje, de um nutrir neutro e puro, sendo o momento fulcral de passagem entre o bem-estar sossegado de uma estadia absoluta com a natureza para um estado de êxtase na vida prática para a próxima evolução do acontecimento seguinte: o desconhecido. O mal espreita, o bem também.
A solidão e a tristeza são os próprios teoremas futuros para a crise que se alcança. Um poema por acabar. A fatalidade da esperança e o espírito de harmonia em sintonia. Mas não nesta Maquinanda! Nesta, a oposição desse oposto, o contrário desse contrário, a salvação desse espírito em harmonia: a esperança. O filme é mau, a série é boa, mas as duas no ómega irão-me alcançar no absoluto a totalidade da sua nostalgia: a conquista!
Memória das regiões do passado desta Maquinanda agora não me parecer pertencer a nada, e daqui a uns anos não importar sequer isso, e felicitar por guardado de tão belo momento de nostalgia o qual reivindicado para a felicidade de vivência, intemporal!
Aqui vai, onde estará, presente, uma interrogação sem arte nenhuma, uma arte anti-arte, criação recheada e vazia de ciência, os quais todos os momentos são proeminentes.
«So this ain't the end - I saw you again today Had to turn my heart away You smiled like the Sun - Kisses for everyone And tales - it never fails! You lying so low in the weeds Bet you gonna ambush me You'd have me down on my knees Wouldn't you, Barracuda? Back over Time when we were all Trying for free Met up with porpoise and me No right no wrong your selling a Song - A name whisper game. If the real thing don't do the trick You better make up something quick You gonna burn it out to the wick Aren't you, Barracuda? "Sell me sell you" the porpoise said Dive down deep to save my head You...I think you got the blues too. All that night and all the next Swam without looking back Made for the western pools - silly fools!»
Esta Maquinanda é uma especial dedicada a Michael Kamen, (o senhor ao piano e no oboé...)!
«Beyond the horizon of the place we lived when we were young In a world of magnets and miracles Our thoughts strayed constantly and without boundary The ringing of the division bell had begun
Along the Long Road and on down the Causeway Do they still meet there by the Cut
There was a ragged band that followed in our footsteps Running before time took our dreams away Leaving the myriad small creatures trying to tie us to the ground To a life consumed by slow decay
The grass was greener The light was brighter With friends surrounded The nights of wonder
Looking beyond the embers of bridges glowing behind us To a glimpse of how green it was on the other side Steps taken forwards but sleepwalking back again Dragged by the force of some inner tide
At a higher altitude with flag unfurled We reached the dizzy heights of that dreamed of world
Encumbered forever by desire and ambition There's a hunger still unsatisfied Our weary eyes still stray to the horizon Though down this road we've been a hundred times
The grass was greener The light was brighter The taste was sweeter The nights of wonder With friends surrounded The dawn mist glowing The water flowing The endless river
Eis uma visão estrangeira de um país que definha (Portugal), vinda de França mas com passagem por Mozelos. E estão 3 biliões de euros à distância de uma rolha... (e meia dúzia de quilómetros)
"E sou, no sentido mais enérgico da palavra na carruagem de propulsão por hálito os amigos que tive as mulheres que assombrei as ruas por onde passei uma só vez tudo isso vive em mim para uma história de sentido ainda oculto magnífica irreal como uma povoação abandonada aos lobos lapidar e seca como uma linha férrea ultrajada pelo tempo é por isso que eu trago um certo peso extinto"
Sobre os voos da CIA, que parece que afinal até sabíamos da existência dos mesmos...
INTERNATIONAL MILITARY ENGAGEMENT
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4. (SBU) The Portuguese government provides liberal access to Portuguese air and seaports for U.S. military operations in support of our efforts in Iraq and Afghanistan. This year 2,557 U.S. military aircraft have flown over Portuguese-controlled airspace and 1,103 have transited through Lajes Air Base in the Azores.
E.O. 12958: DECL: 10/01/2018 TAGS: PREL, PGOV, PO SUBJECT: (S/NF) PORTUGAL: "WE KNOW CHAVEZ IS A CRAZY MAN BUT..."
When we raise U.S. concerns over policies implemented by the Chavez administration, our interlocutors regularly assure us that they understand our concerns and use the visits to deliver tough messages in private.President Cavaco Silva summed it up when he told Ambassador (ref A) that, "You have to understand our position. We have five hundred thousand (sic) Portuguese there. We know--and I've met him--that he's a
3. (C/NF) On February 5, Poleconoff met with Carlos Santos Ferreira, Chairman of the Executive Board of Millennium BCP (formerly the Portuguese Commercial Bank), at the request of Ferreira's advisor who is a longtime contact of the Embassy. Ferreira discussed a proposal by the Iranian banking sector to establish a relationship with Millennium to further trade and commercial opportunities. He noted that Iran has other options in Europe but may be interested in Portugal for its less restrictive regulatory environment. (Iran already has relations with various European banks, including HSBC, Deutsche Bank, Danske, and Banque Commercial de Placement.) Ferreira insisted that while the costs of the Iranian proposal could outweigh the benefits to Millennium, the bank would be open to establishing a relationship with Iran in order to help the USG track the financial activities of the Iranian government.
«God, please bring the rain Yeah, and bring it soon Let it flood right through the houses Into Judy's room With a father on amphetamines Her mother hides the pearls Reach out into the darkness And find my little girl 'Cause she's angry like a salesman Which couldn't make a sale Threw her wedding ring in the sewer And damned them all to hell Please lead her to the mountain That you fashioned out of sand While the roaches climb the walls From the hotel where he calls Most people never find a love Most people never find a love Sometimes you just can be a man Sometimes you just can be a man When your living in the darkness Of the shadowlands The shadowlands The shadowlands»
«If all that grows starts to fade, starts to falter Oh, let me inside, let me inside, not to wait Let all that run through the fields through the quiet, Go on with their own, on with their own hidden ways
When all newness of gold travels far from Where it had once been, Born like the earth over years And when the acts of man Cause the ground to break open Oh, let me inside, let me inside, not to wait
Great are the sounds of all that live And all that man can hold
If all that grows starts to fade, starts to falter Oh, let me inside, let me inside, not to wait Great are the sounds of all that live And all that man can hold
(Pela primeira vez, este post é uma réplica do que aconteceu aqui ao lado...)
parte do artigo está disponível no site da TIME: aqui
"A Wikileaks publica sem medo factos que devem ser tornados públicos. Usamos a internet como novo meio de revelação da verdade. Inaugurámos um novo tipo de jornalismo, o jornalismo científico. Trabalhamos com outros media para levar as notícias às pessoas, mas também para provar a verdade ? depois de ler a análise jornalística, é possível consultar o documento original".
"As sociedades democráticas precisam de media fortes, e o Wikileaks faz parte disso. A imprensa ajuda a manter os governos honestos. O Wikileaks revelou algumas verdades inconvenientes sobre as guerras no Iraque e no Afeganistão, e revelámos histórias de corrupção em grandes empresas. Não sou contra as guerras, mas sim contra que os governos mintam às suas populações, que lhes peçam que ponham as suas vidas em risco".
"Além de nós, alguns jornais publicaram alguns documentos em estreia cooperação. Mas apenas nós fomos atacados e sofremos acusações do governo norte-americano, até fui acusado de traição, mesmo sendo cidadão australiano. Dizem que devo ser caçado, como Sarah Palin, ou mesmo assassinado. Estão a tentar matar o mensageiro ? sem atingir os jornais, porque esses já têm tradição enquanto o Wikileaks não ? por dizer a verdade."
Yes, I belong to these "gay songs", as some people have the necessity to call them like that!
«Yeah Well you can bump and grind It is good for your mind Well you can twist and shout let it all hang out But you won't fool the children of the revolution No you won't fool the children of the revolution, no no no
Well you can tear a plane in the falling rain I drive a rolls royce 'cos it's good for my voice But you won't fool the children of the revolution No you won't fool the children of the revolution, no no no - yeah!
But you won't fool the children of the revolution No you won't fool the children of the revolution No you won't fool the children of the revolution No you won't fool the children of the revolution No way, yeah, wow!»
A sexta língua mais falada do mundo nunca teve tanta dificuldade em se manifestar nos sensos de rua. Portugal regressa, se é que alguma vez se libertou, da tirania dos outros países os quais acorda patrimónios e partilha lesgislativa. Não haverá com certeza hoje país no mundo que se controverse tanto a nível de dois feriados nacionais com tanta deturpação e incoerência política. Falo exactamente do 5 de Outubro e do 1 de Dezembro. Mas porquê tamanho enaltecimento desde o entretenimento a séries de televisão, documentários informativos, opinião pública e especialista para a enfase e o esclarecimento de uma república actual (com certeza já ultrapassada ou estáctica de um século passado, donde já os seus (especialistas, como Antero de Quental) eram contra, e nunca o relembrar do espírito de defesa em conquista (diga-se contemporânea) e amor pela pátria (diga-se democrática) que alega o espírito monarca da nossa história a qual o nosso saudosismo se orgulha tanto, formulador do resultado das nossas circunstâncias do povo que somos hoje? Mais uma vez aqui o espírito de alegação estático por dúvida e conquista, onde afinal com certeza não nos encontramos assim tão mal quanto isso, num sistema ditatorial controlador da óbvia manipulação da comunicação social que afere a sua informação noticiosa oposta às normas etnográficas do modo de vida de um cidadão português que cá more e tenha os olhos da verdade para ver, os seus. A importancia deste patamar localiza-se na nossa norma estética em termos de oportunidade de uma nova norma e posição social de vida que as gerações mais novas e vindouras desejam e desejarão conquistar. Felizmente a comunicação social conquistou sem dúvida os seus neo-paradigmas democráticos graças a um utensílio de um novo meio que são as plataformas digitais e a sua própria rede interactiva de nome maiúsculo. É extremamente dificil para o governo ditador mesmo democrático, alemão ou hitleriano, para ser mais específico, controlar hoje em dia a ideia de uma população em massa que cause centenas de mortes. – Ou será possivelmente o seu oposto como a referência do medo que Karl Popper sentia pela televisão que esta poderia ascender um novo ditador? É de facto a democracia democrática ou só mais uma ditadura nos novos conceitos (práticos!) pós-modernos? Será que estas centenas de mortes do passado sejam hoje em dia mão-de-obra escrava? Serão os novos planos para a nossa mundialidade mais uma obra de arte total? …Que se oponhem os orientais. Hoje uma China não se distingue muito de uma Rússia, de uma Alemanha, assim como de uma Venezuela, Estados Unidos ou Portugal, pelo que a supremacia de um conceito democrático ainda hoje se estende, até ver, opinião contrária infalível para a bondade e a crença na humanidade do mundo, a afirmação de um povo. Todas estas circunstancias têm já os seus conceitos éticos, morais e políticos, os quais o homem da sociedade até hoje nunca se opôs. Mas daí regresso ao entretenimento: e “o povo (português), pá?!” A liberdade encontra-se continuada numa luta constante pela liberdade, para esta na mesma se manter também ela continuamente contínua. A humanidade no seu extremo de perfeição daquilo que são as esperanças emocionais e sentimentais inseridas interiormente no nosso âmago, as intuitivas, muito longe ainda da sua conclusão, no prazer estético do bem-estar.