É inquestionável inquietude a premissa lógica e habitual da existência filosófica de todos os anos a coerência de um paradigma repetitivo que pousa na aura de todos aqueles que vivem falaciosos o seu quotidiano correspondem pontualmente a todos os seus dias, meses e anos, crenças e rituais de prestações e andores, procissões das velas, e estações do ano.
O calor aperta agora como sistema digno da religiosidade do céu, aonde a simbologia se torna literal na vivência do ser humano procedendo o karma à sua equivalência significativa e sinónima de acções, que é o inferno agora aqui na terra, e na vida profissional, e até mesmo sentimental do quanto isso afecta nas emoções e nas conjugais relações, ou até mesmo de outro tipo.
Já passara um ano deste programa de televisão que hoje observara, como de dez anos em que via já um ícone da minha infância que irá sempre recordar-me dos momentos mágicos daquilo que interpreta a comédia com o conceito de família, e principalmente cinquenta anos do mesmo canal de televisão português, que vive na sua contraste habitual fruição de repetição, que não é ela nem arte, nem estética, nem entretenimento, nem cultura. Mas tudo isso são opiniões, até não menos serem levadas a uma carga analítica expressiva profunda social do quanto estes ciclos retóricos a que se chama etnograficamente de rituais não afectam de forma profunda o nosso subconsciente em termos de máquina robótica ao serviço de uma entidade supranacional acrescida que é a sua intergovernamental partidocracia, acrescida sob o patamar de Governo em Estado Republicano, atribuída como arma de defesa a subjectividade de acrescentar e retirar, vetar ou aprovar, a Democracia distinta de ditadura, em absoluta objectividade de ignorância, num silêncio medonho entranhado na esfera da comunidade como hábito condicional clássico no processo histórico do desenvolvimento, ou envolvimento, ou retrocesso, de um povo.
A cedência ao poder e aos estados de glória são uma prepotência efémera, e uma pobreza insólita, constante. Como poderá uma imagem reabastecer um império em negativismo se o negativismo é o nosso verdadeiro ícone de novo mito? Distinga-se Manuel Alegre de Cristiano Ronaldo. Vejamos o que se apreenderá de desportos e política, a distinção subtil necessária para a ordem que conjugam e constituem estes paradigmas entre seriedade e entretenimento.
Depois a magnificência dos iluminados de uma qualquer suspeita e perigosamente malhada aspiração divina que descobrem a resolução para os mais misteriosos enigmas da nossa sociedade hodierna, sem qualquer proposição interventiva prática. Resta-nos o silêncio do comer e calar, e de haver muitos outros daqueles que não conseguem viver assim com isso.
A estupidez mesquinha de uma aquisição sem limites é para o que serve aos portugueses o conhecimento, desde a covardia até à vitória. A falta de nível do brio se estabelece no provincianismo sem fim dos limites da sua consentaneidade conterrânea saloia, envolvida o seu passado em tudo o que é droga, álcool, vícios, mulher oprimida e com falta de amor, traída a sua integridade em desprezo, e depois beleza de cinema superficial aquando esta revela as suas verdadeiras fontes, na sequência imediata de oportunismo a especialidade esperta de Francisco, que é o excelente domínio prático pedagógico da retórica em falar de tudo o que é lateral, superficial, insignificante, inútil, fútil, mesquinho, para abandonar aquilo que realmente demais importa para este verdadeiro sentido que a pós-modernidade contribui para a democracia que é o povo. E tudo isto é observado, analisado e distinguido pelo tempo.
Até o próprio sentido estético na sua componente vida atribui o seu sentido da verdade para a repetição, até mesmo uma arte de tão quotidiana por profissional pode ser repetitiva, mudando de transporte para transporte talvez a sua forma, outra componente.
Algumas repetições se tornam tão instintivamente insistidas até a um culminar do atingir do absolutamente insuportável que é o caso desta inauguração do bloco esquerdista que se aparenta distrital, igualmente traduzível de apoios, esclarecimentos e propagandas do seu mesmo líder que ocupava uma cidade. A amizade não dever-se-ia confundir com função, muito menos para acção de método, principalmente para a sua inacção, que é a ditatorial.
Reflictam os portugueses sob os seus próximos passos e caminhos a medir para saber em que quer e onde contribuir as suas normas, potencialidades, económicas, culturais e sociais, e valores, para o seu modo do dia-a-dia.
Nota: «A mais devo informar que se tratou somente de uma mera coincidência a compatibilidade sincrónica surgida e originada com o meu colega de blogue, o qual lhe informo que esta publicação nada tem a ver com as suas afirmações ou transportes interactivos de imagem e som através da sua última intervenção nesta página também interactiva, por intranet, mesmo por muito que tenha sido inspirado em criações originalmente minhas, também de transportes estéticos, apesar de razoabilidade, causalidade, complexidade e clarividência absolutamente diferente.
Sem mais assunto de momento, os melhores cumprimentos.»