Sexta-feira, 30 de Abril de 2010
Claro como água
«WELL WE KNOW WHERE WE'RE GOIN'
BUT WE DON'T KNOW WHERE WE'VE BEEN
AND WE KNOW WHAT WE'RE KNOWIN'
BUT WE CAN'T SAY WHAT WE'VE SEEN
AND WE'RE NOT LITTLE CHILDREN
AND WE KNOW WHAT WE WANT
AND THE FUTURE IS CERTAIN
GIVE US TIME TO WORK IT OUT
We're on a road to nowhere
Come on inside
Takin' that ride to nowhere
We'll take that ride
Feelin' okay this mornin'
And you know,
We're on the road to paradise
Here we go, here we go
We're on a ride to nowhere
Come on inside
Takin' that ride to nowhere
We'll take that ride
Maybe you wonder where you are
I don't care
Here is where time is on our side
Take you there...take you there
We're on a road to nowhere
We're on a road to nowhere
We're on a road to nowhere
There's a city in my mind
Come along and take that ride
and it's all right, baby, it's all right
And it's very far away
But it's growing day by day
And it's all right, baby, it's all right
Would you like to come along
and you could help me sing this song?
And it's all right, baby, it's all right
They can tell you what to do
But they'll make a fool of you
And it's all right, baby, it's all right
[x2]
We're on a road to nowhere»
- esta música é dedicada ao Kumagai, pois foi quem me deu a conhecer este senhor!
Quinta-feira, 29 de Abril de 2010
Maquinanda questionável filosófica
Porquê esta origem do carácter caótico?
Porquê este desaparecimento intriguista das ideias?
Porquê este olhar observador medonho interior e bélico da origem?
Porquê esta analogia do sentir na palidez da cor?
Porquê esta vibração errante de dúvidas aspiradas pela ignorância?
O carácter está na forma da origem bélica
A qual não encontra resposta para a sua justificação
De uma alternativa por uma outra maneira.
Porquê este desaparecimento intriguista das ideias?
Porquê este olhar observador medonho interior e bélico da origem?
Porquê esta analogia do sentir na palidez da cor?
Porquê esta vibração errante de dúvidas aspiradas pela ignorância?
O carácter está na forma da origem bélica
A qual não encontra resposta para a sua justificação
De uma alternativa por uma outra maneira.
Quarta-feira, 28 de Abril de 2010
Maquinanda em Cubo
A recuperação de momentos da nossa história enquanto nação, memória e identidade, tem vindo a afirmar-se como uma necessidade de cada um de nós, surgindo quase sempre como uma reacção ou até mesmo associado a um momento de impulso.
O nosso passado recente conjunto, entenda-se Portugal, mostrou-nos que a nossa sociedade é constituída, no que ao seu funcionamento estrutural diz respeito, de ciclos; ciclos esses que se repetem de uma forma constante, onde apenas os protagonistas se vão sucedendo e que nos provam que a alteração não foi tão radical quanto nos poderia parecer à primeira vista. Afinal, à 34 anos que assumimos verdadeiramente a nossa forma de ser, como povo português que somos, mas no fundo, na maioria dos aspectos continuamos na mesma. Na merda portanto!
Ivone Silva em 1983 já falava deste modo, num texto tão actual como as líricas de Zéca Afonso. Cada um à sua maneira é certo, mas ambos tão acutilantes como presentes.
"Porque digam o que disserem, as doutrinas das estatísticas sinceras da nação, Há para aí muito menino a roçar o cubo pelas esquinas, e não conseguem achar uma solução!"
O nosso passado recente conjunto, entenda-se Portugal, mostrou-nos que a nossa sociedade é constituída, no que ao seu funcionamento estrutural diz respeito, de ciclos; ciclos esses que se repetem de uma forma constante, onde apenas os protagonistas se vão sucedendo e que nos provam que a alteração não foi tão radical quanto nos poderia parecer à primeira vista. Afinal, à 34 anos que assumimos verdadeiramente a nossa forma de ser, como povo português que somos, mas no fundo, na maioria dos aspectos continuamos na mesma. Na merda portanto!
Ivone Silva em 1983 já falava deste modo, num texto tão actual como as líricas de Zéca Afonso. Cada um à sua maneira é certo, mas ambos tão acutilantes como presentes.
"Porque digam o que disserem, as doutrinas das estatísticas sinceras da nação, Há para aí muito menino a roçar o cubo pelas esquinas, e não conseguem achar uma solução!"
Recordação de um Bastardo de Abril
Onde andará o povo desta época, a qual já havia passado algum tempo?
[-"Onde é que estão as novas gerações?!"]
São os mordomos
Do universo todo
Senhores á força
Mandadores sem lei
Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhe franqueia
As portas á chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada»
...Dedicado a certos carecas que não o são! Porque quando sabe melhor é quando é sempre assim, eterno, e não somente um mero dia! Sempre lembrado!
São a eles a quem vou dedicar as próximas intervenções teóricas, e estéticas, que por aí se irão advir!
«No céu cinzento
Sob o astro mudo
Batendo as asas
Pela noite calada
Vem em bandos
Com pés veludo
Chupar o sangue
Fresco da manada
A toda a parte
Chegam os vampiros
Poisam nos prédios
Poisam nas calçadas
Trazem no ventre
Despojos antigos
Mas nada os prende
Às vidas acabadas
Sob o astro mudo
Batendo as asas
Pela noite calada
Vem em bandos
Com pés veludo
Chupar o sangue
Fresco da manada
A toda a parte
Chegam os vampiros
Poisam nos prédios
Poisam nas calçadas
Trazem no ventre
Despojos antigos
Mas nada os prende
Às vidas acabadas
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas á chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas á chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
No chão do medo
Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos
Na noite abafada
Jazem nos fossos
Vítimas dum credo
E não se esgota
O sangue da manada
Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos
Na noite abafada
Jazem nos fossos
Vítimas dum credo
E não se esgota
O sangue da manada
São os mordomos
Do universo todo
Senhores á força
Mandadores sem lei
Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhe franqueia
As portas á chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada»
Segunda-feira, 19 de Abril de 2010
Maquinanda de Constatações
Esta será a última semana que «Antígona» estará nos palcos do Teatro de S. João
É chocante o facto de me constatar que o conformismo, a indiferença e o laxismo ainda governam a cidade de Espinho em termos de conhecimento social do que para o que a Arte é útil. Promove-se um pentágono de circunstancias que revelam o fenómeno do sucesso, os copiadores continuam a manifestar os seus trabalhos míseros, ultrapassados do Passado, tendo sido fracos em sua época nos termos de simbologia e força de significado semiótico, e a vanguarda dos que preservam ainda do que resta o bom-nome da individualidade, liberdade de pensamento e de espírito, no critério, qualidade e valor de um conhecimento, sabedoria, e todos os critérios positivos da evolução da raça humana, encaram-nos como mais uma notícia mediática do dia, descartável do amanhã, “desinteressante”.
Em nenhum dos momentos do que é conhecido hoje da Paideia contemporânea observamos um total acordo e seguimento de paradigma em qualquer passagem de método entre a legacia do mestre para o discípulo quer nas religiões, quer nas filosofias.
Destacamos o próximo patamar de evolução aqui no Maquinanda como o patamar do legado de Platão para Aristóteles, encontrando-se este conceito de ideia de acordo com os nossos olhos da perspectiva diferente em absoluto.
Enquanto para Platão o pensamento se encontra englobado na realidade etérea das ideias, Aristóteles analisa com critério e elevação erudita de características e carácter do pensamento. Analogamente, poderíamos distinguir Teologia de Matemática, apesar de sempre as conceptualizações do homem se unificarem na massificação globalizada do mundo no estudo do seu conhecimento científico, porque no entanto em termos de definições semióticas, estes tornam-se completamente o oposto, cruzando o único na área que lhes combina.
Em significado, a mitologia entre os heróis e as simbologias de significado do que representa comunicação, arte e indústria de consumismo como crítica, afronta e provocação serão aplicadas nos tempos futuros como condição para a sua quebra e daí liberdade para responsabilidade, bem-estar e patamar de evolução.
Em nenhum dos momentos do que é conhecido hoje da Paideia contemporânea observamos um total acordo e seguimento de paradigma em qualquer passagem de método entre a legacia do mestre para o discípulo quer nas religiões, quer nas filosofias.
Destacamos o próximo patamar de evolução aqui no Maquinanda como o patamar do legado de Platão para Aristóteles, encontrando-se este conceito de ideia de acordo com os nossos olhos da perspectiva diferente em absoluto.
Enquanto para Platão o pensamento se encontra englobado na realidade etérea das ideias, Aristóteles analisa com critério e elevação erudita de características e carácter do pensamento. Analogamente, poderíamos distinguir Teologia de Matemática, apesar de sempre as conceptualizações do homem se unificarem na massificação globalizada do mundo no estudo do seu conhecimento científico, porque no entanto em termos de definições semióticas, estes tornam-se completamente o oposto, cruzando o único na área que lhes combina.
Em significado, a mitologia entre os heróis e as simbologias de significado do que representa comunicação, arte e indústria de consumismo como crítica, afronta e provocação serão aplicadas nos tempos futuros como condição para a sua quebra e daí liberdade para responsabilidade, bem-estar e patamar de evolução.
Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
E mais não disse...
"I don't have any friends in the music business. I feel completely detached from the celebrity world, you never see me falling out of nightclubs.
You see legendary people taking out their trash, I think it's destroying showbusiness.
I would rather die than have my fans not see me in a pair of high heels. I'd never give up my wigs and hats for anything."
- lady gaga
mas afinal até disse mais... este artigo saiu na revista Pública de 18 de Abril de 2010 : ler aqui
You see legendary people taking out their trash, I think it's destroying showbusiness.
I would rather die than have my fans not see me in a pair of high heels. I'd never give up my wigs and hats for anything."
- lady gaga
mas afinal até disse mais... este artigo saiu na revista Pública de 18 de Abril de 2010 : ler aqui
Terça-feira, 6 de Abril de 2010
Maquinanda Burtoniana
"A ficção de uns, é a realidade de outros!" - Tim Burton
1. O filme «Alice no País das Maravilhas» está inserido na sua componente diegese o pensamento de Platão explícito na personagem d’ A Lagarta. Corresponde-se claramente após todo o seu visionamento a existência de duas realidades, uma fantástica maravilhosa, e outra fundamental pragmática, virtuais na direcção do sonho e o conhecimento do subconsciente na psicanálise freudiana com a criatividade artística que inspiraram as grandes filosofias orientais com as suas influências de crenças no xamanismo e o paganismo na literatura ocidental dos anos 60 no século XX como poderemos encontrar, por exemplo, o Mito descrito e identificado presente no Livro X d’ «A República» do mesmo filósofo autor.
O pensamento artístico de Tim Burton trespassa todas estas suas influências durante a sua carreira no que afecta a sua vanguarda modernista. Desde o início progressivo claro a que se consegue assistir com facilidade da sua carreira um controverso cartoonista, e de culto. A linhagem gótica da contextualização urbana ascende patamares de uma interpretação difícil das suas obras que se especializam em visualização na sétima arte.
Não existe qualquer alteração da essência criativa na originalidade de cada obra, a sua personalização das personagens não se trata mais do que uma figura de estilo, como a personificação, na Literatura. A interpretação surrealista na obra aberta deste tema que é o livro de Lewis Carroll desperta a imaginação, e não a retrai para análises de comercialismo. Repito: não existe mais nenhuma alteração da essência criativa na originalidade de cada obra, mesmo de qualquer tipo. A expressão “Wonderland” inspira-se numa prerrogativa da língua inglesa que Carroll queria enfatizar com a declaração de Alice no exemplo do caso da BD da Disney com a afirmação “I wonder…” (“eu me pergunto…”), lírica presente desde a sua original romanceada nos contos do seu mesmo autor. Neste caso da BD, o qual Burton não a afirmação precisava de repetir, primeiro porque não havia necessidade, segundo porque não era obrigado, terceiro porque não faz parte do seu estilo artístico e, quarto, porque este seu estilo a muito mais exige de um leitor consumista e de propaganda. Mas foi preciso no título. Portanto, a curiosidade da menina Alice foram as inspirações básicas do escritor e lógico matemático que se encontrava na idade constante do se questionar e de impulsionar as bases do módulo surrealista, como qualquer criança aparenta ser para a perspectiva de um adulto.
A Lagarta é o simbolismo funcional no surrealismo que detecta para os cinco sentidos (confronto com os sonhos por causa dos subtis) o espiritualismo e o religioso das ideologias New Age. Curiosamente por coincidência este último filme de Burton foi lançado nas grandes salas de cinema num período paralelo ao «Homens que matam cabras só com o olhar», que formularia aqui, de acordo com a pesquisa deste texto fornecida e já investigada fonte de sondagens outras discussões ainda mais controversas.
- Continuar a ver aqui.
2. A próxima curta-metragem distingue-se como o primeiro trabalho em stop-motion de Tim Burton, narrada por Vincent Price, e poderá resumir algumas estilísticas de topo do seu trabalho para a frente em toda a sua carreira.
Verifica-se um desejo alienado pela componente do autor para a transmissão de uma mensagem referente do sentido da obra e, "imediatamente", uma suposição/premonição de certas parecenças com a sua musa homenageada de representação icónica a figura simbólica de toda a sua arte que é Johnny Depp.
As profundezas do subconsciente também são características, o que faz as suas escolhas por filmes fantásticos ser obviamente dele. A sua controvérsia imaginativa por contraposição à confusão com a realidade, e o seu acto de provocação em miscigenar as duas componentes, torna Burton polémico e não muito conveniente, inclusive para a própria Warner Brothers. O caso da continuação da série de filmes do homem morcego causou escândalo no mercado de vendas na perspectiva de produção desta companhia por não aparentar nenhuma novidade na recauchutagem do herói personagem principal do filme e conter a particularidade de alguns personagens centrais da história serem afro-americanos. Mais em especifico, Burton queria fazer a sua personalização às personagens Robin e Two-face, que iriam ser interpretadas, respectivamente, por Marlon Wayans e Billy Dee Williams, actor subsequente do primeiro filme.
Apegando-se mais ao primeiro argumento, e desviando-se do segundo como influência à historicidade “honor” e centenária das personagens dos quadradinhos pertencentes à companhia da DC Comics, o contracto foi cancelado na categoria de Burton em assumir o papel e liderança de realizador, e somente prestar a sua assistência na continuação da mesma série como produtor. Este acontecimento decorreu entre os períodos dos anos 1992 e 1995.
As apelações dos filmes de terror ao Cinema dos anos 20 e 30 como fontes de inspiração que abrangem o apego aos mitos, principalmente americanos (veja-se o exemplo do filme «A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça») para sua referencia, esclarecimento, recordação, memória e aperfeiçoamento por adaptação à sétima arte, elaboram e fazem de Tim Burton um dos melhores realizadores mais vistos da nossa era do cinema moderno contemporâneo.
Segunda-feira, 5 de Abril de 2010
Experiência - Parte 1
«All this love, is all I am
A ball is all I am
I'm so new compared to you
And I am very small
Warm glow, moon bloom
Always need a little more room
Waiting here seems like years
Never seen the light of day
All around I hear strange sounds
Come gurgling in my ear
Red the light and dark the night
I feel my dawn is near
Warm glow, moon bloom
Always need a little more room
Whisper low, here I go
I will see the sunshine show»
Domingo, 4 de Abril de 2010
Sábado, 3 de Abril de 2010
Maquinanda de Alerta!
Coisa mais extraordinária: Esta é das piores fases da minha vida em termos de decisão num sincretismo secreto profundo de onde irá parar toda a minha essência!
Antes de voltar a falar de Tim Burton, porque o prometido é devido, e é necessário elevar alguns critérios da qualidade dos nossos jornais locais da nossa cidade (para começar, parem, por favor, de misturar a Crítica de Cinema com as Sinopses dos Filmes! Uma coisa é uma coisa, outra é outra!), devemos enaltecer as bases e as raízes que exploram toda uma Maquinanda! Esta é uma delas.
O máximo é da música electrónica este pequeno trecho como manifestação das máximas saudades que eu sinto por ele. Retroceda o espírito que há em nós e deixemos de estar adormecidos! Impeçamos a descida que nos fazem à terra como impedida elevação etérea que nos ascende à evolução como patamar do profundo vaguear que há na nossa criatividade de pensamento! Não deixemos nunca que nos enganem acerca disso!
Surreal o patamar significativo na semiótica da descrição titular desta música! A sua interpretação lírica é um êxtase sem limites de verdade das nossas puras origens e do que faz estarmos e sermos unidos daquilo que somos hoje!
(Deparar-se-á as maiúsculas assinalas as suas vertentes do amor em vibração sensitiva de um preliminar e patamares superiores! Pequenos segundos de pormenores que repararão nisso tudo!)
Mais terei a revelar após este êxtase e êxito de culto para os mais pequenos, por isso os significativos, salvadores e preservadores do equilíbrio e sanidade deste Mundo, desta Pequena Cidade!
Urgente é a sua cadência ao ritual habitual! À dúvida exacta e externa do caminho! Maquinanda Alerta, Pura e Original! Maquinanda de uma Afirmação! Maquinanda da Verdade e da Essência! A Razão!
Razão que estabelece patamares de uma extensibilidade extra! Mística, espiritual, as suas características profundas! Etérea a sua componente extra que define o destino! De Amor Conjugal, no seu sentido mais puro do literal no adjectivo!
Preparação característica e típica para o devir! Base essencial filosófica para uma essência Maquinanda!
«écoute moi (listen to me)
tais-toi (shut up)
encore une fois (once again)
je t'écoute (I listen to you)
je ne dis rien (I say nothing)
pour cette fois (for this time)»
Antes de voltar a falar de Tim Burton, porque o prometido é devido, e é necessário elevar alguns critérios da qualidade dos nossos jornais locais da nossa cidade (para começar, parem, por favor, de misturar a Crítica de Cinema com as Sinopses dos Filmes! Uma coisa é uma coisa, outra é outra!), devemos enaltecer as bases e as raízes que exploram toda uma Maquinanda! Esta é uma delas.
O máximo é da música electrónica este pequeno trecho como manifestação das máximas saudades que eu sinto por ele. Retroceda o espírito que há em nós e deixemos de estar adormecidos! Impeçamos a descida que nos fazem à terra como impedida elevação etérea que nos ascende à evolução como patamar do profundo vaguear que há na nossa criatividade de pensamento! Não deixemos nunca que nos enganem acerca disso!
Surreal o patamar significativo na semiótica da descrição titular desta música! A sua interpretação lírica é um êxtase sem limites de verdade das nossas puras origens e do que faz estarmos e sermos unidos daquilo que somos hoje!
(Deparar-se-á as maiúsculas assinalas as suas vertentes do amor em vibração sensitiva de um preliminar e patamares superiores! Pequenos segundos de pormenores que repararão nisso tudo!)
Mais terei a revelar após este êxtase e êxito de culto para os mais pequenos, por isso os significativos, salvadores e preservadores do equilíbrio e sanidade deste Mundo, desta Pequena Cidade!
Urgente é a sua cadência ao ritual habitual! À dúvida exacta e externa do caminho! Maquinanda Alerta, Pura e Original! Maquinanda de uma Afirmação! Maquinanda da Verdade e da Essência! A Razão!
Razão que estabelece patamares de uma extensibilidade extra! Mística, espiritual, as suas características profundas! Etérea a sua componente extra que define o destino! De Amor Conjugal, no seu sentido mais puro do literal no adjectivo!
Preparação característica e típica para o devir! Base essencial filosófica para uma essência Maquinanda!
«écoute moi (listen to me)
tais-toi (shut up)
encore une fois (once again)
je t'écoute (I listen to you)
je ne dis rien (I say nothing)
pour cette fois (for this time)»
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