Reencontra momentos de saudosismo e nostalgia que provoca uma insatisfação mental, assim como um conformismo erróneo.
Os seus propósitos e objectivos vão obviamente depender e variar conforme cada mensagem ou indicação que pretende a ser directa e explícita. Claramente as vertentes desta particular contribuem intervenções políticas como averiguava a estética do seu moço.
Clássico porque intervém em distintas harmonias, e puro pela sua originalidade sem factor influente moderno. Simplesmente canalizado.
As suas circunstâncias reticulam um reparador e separador de revolta, uma exigência da alma de libertação, de oportunidade, de descoberta e de partilha. Um dever cívico e crescimento de ascensão por aqueles que concebem essa oportunidade que é a evolução de recursos.
É inacreditável a tacanhez e ignorância deste país em conhecimento nas vertentes da sua pequenez. A ditadura política que formula o seu sentido através da provocação do seu silêncio como foi hoje a intervenção discursiva de Mário Soares ao comportamento do actual Governo perante as suas próprias atitudes, aquele que ontem por hoje foi um grande revolucionário ao nível documentalista num dos grandes movimentos o qual lhe concebemos um dos maiores e mais filosóficos adjectivos que compomos na nossa antiga, sábia e desenvolvido espírito de experiência existência em idade e intervenção histórica registada para a eternidade da paideia ocidental.
A aberração das suas evidências retrata-se nos documentos mediáticos actuais dos Media em relação ao comportamento que se destaca na etnografia lusitana como greves ao revés dos habituais estudos antropomórficos (as festas sagradas e profanas). Ora esta anomalia não representa uma mudança evolutiva fruitiva e positiva em relação a melhorias de condições de vida, mas sim um atraso e retrocesso à decadência dos bens da propriedade e monetários, pelos quais os seres povoados mais irracionais andam por complexo de inferioridade em acordo com reacção de inveja. Este domínio tem como atributo factores de influências e manipulações psicológicas com teor bastante violento.
Ainda a definição de clássico desde os seus primórdios na característica Maquinanda tenta representar e remeter o sentido de, como já foi cá trabalhado anteriormente, a vertente de memória.
«Amigo
Maior que o pensamento
Por essa estrada amigo vem
Por essa estrada amigo vem
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também
Em terras
Em todas as fronteiras
Seja benvindo quem vier por bem
Seja benvindo quem vier por bem
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também
(...)»
Maior que o pensamento
Por essa estrada amigo vem
Por essa estrada amigo vem
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também
Não percas tempo que o vento
É meu amigo também
Em terras
Em todas as fronteiras
Seja benvindo quem vier por bem
Seja benvindo quem vier por bem
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também
Se alguém houver que não queira
Trá-lo contigo também
(...)»



