Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

A Voz (melodia a gosto de um bastardo) / Dedicatória (Maquinanda de Amor - Parte 2):



You're so beautiful, so strange, so lovely,
That's the truth.
But if you were the one, baby, you'd've heard it by now;
But I never said I love you

You are a dream-come-true for someone,
But not for me.
Still, can't we have fun, darling?
I can't say what I don't mean
You give me more than I can contain
It hurts to know the truth,
But this will never go your way
I never said I love you.

Sweet thing, come to me
Sweet thing, come to me

Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Os Sete Pecados Mortais

Cidade ancestral, “majestade do céu estrelado”.
Verde-mar, azul água, visão do sabor
No areal do horizonte profundo,
Mais bela ainda que o Paraíso imaginado,

Local tradicional do comércio levado,
Vestimenta clássica intemporal de peixeira e pescador,
Antigos Marinheiros da História do Mundo,
Sol esplendoroso matinal, por recepção em atraso ao cérebro na percepção, brilhado.

Cantigas de Amigo corroídas pela avareza,
Escárnio e Maldizer apodrecidas a magia do seu ritmo pela luxúria.
Raiva enaltecida pela incompreensão,
Ignorância e tacanhez resultados pelo provinciano absolutismo de alguns,

Falsa modéstia modernista preserva o antigo numa espécie de pureza
Eliminando-o radicalmente em algumas obras por razão dúbia,
Evolução dos tempos em manutenção pela emoção,
Estados de espírito do não se sentir comuns.

Impeditivo guloso encanto da ilusão,
Olhos preguiçosos de uma só visão pelo vazio em dureza,
Vingativa disparidade limitada ao vizinho,
Silêncio da imensidão marítima,

Irónica e contraditória totalitária audição,
Espaço pequeno pelas maravilhas da natureza,
Promulgada a escolha por veneração a Baco, deus do vinho,
No Homem Português a sua genética inveja legítima.

Prepara-se o simples lusitano encanto antropomórfico
Uma vez mais para um longo dia rotineiro,
A eliminação bela pragmática do misticismo ilusório
No trabalho terreno da ascensão,

Nacionalidade da cobiça e da falta de vergonha em leveza do político tóxico,
O surf e os bares as cores em contemplação do estudo etnográfico lógico ligeiro.
Outros olhos preguiçosos limitados pelo lixo irrisório,
Inocências da injustiça vital sofrerão.

Melodia do jazz pelos prazeres da bondade,
Simbologia de Vénus pela bênção do seu dia,
Deusa morena do sorriso doce eterno,
Braços longos em seios firmes e cintura esbelta,

Enfermeira da solidão e da perda com a idade
Pelas circunstâncias do desejo que o passado queria
Dos sonhos para a concretização do futuro fraterno
Em espírito de vibração do recomeço no primeiro fogo delta.

Sábado, 12 de Dezembro de 2009

Maquinanda Estranha


Curioso encontrar os intuitos de uma essência humana em profunda agonia. A desarmonia referencial do seu estatuto qualquer que seja provém da reputação interior do seu conteúdo, uma configuração destacada através da sua própria índole.
É eterna a paixão lusitana por uma decadência desmedida através do conhecimento, a sua nulidade o preenche em deveras articulações de uma alucinação profunda existencial do ser que envolve religiosidade, determinação e fulgor de um vazio incessante de procura pela matéria. As intermitências e fundações em funções de poder na política são essa idiossincrasia que remetem o renascentismo comum na componente extrema da sua individualidade.
A intervenção artística concebe direitos de mudança por essa insatisfação no objectivo de o eliminar para refutar, fundir, reformular e fundar a evolução mental com o processo de o destacar como ferramenta pelos elogios de nominação de ideologias na noção de controlo que não é nada mais nada menos do que um fenómeno de transmissão e passagem. O fim último é a morte na insignificância.
«Os Sete Pecados Mortais» é o poema criado que revelou a fundação na Forma como não só de transparecer o para além da imagem mas o de criar novos intuitos através da escolha e da tomada efectiva e corajosa da sua imposição que não mais somente do que uma mera posição para aferir conjuntamente à tal então visão transcendental e ininteligível do conceito Felicidade para com e na Natureza. Se a vida é eterna, o tempo não existe e a noção do Universo nos concebe por absoluto de comunidade unificada, a fragmentação da definição existencial do Homem parte da mesma componente constituinte da qualidade (=quantidade) na materialidade quântica.
A física paira-se no todo o jogo da dualidade num conjunto aflitivo de questões na sinceridade das nossas essências que enaltece unicamente por obrigatoriedade dos estudos uma única energia: o amor indefinido e vago.
É exactamente a reflexão que é exigida na melodia seguinte nos seus vectores de áreas envolventes de trabalho e produção artística de grupo, ou grupos.
O poema referido anteriormente é só um esclarecimento que ocorrerá posteriormente, mas este delimita-se sempre pelas divindades das percepções na constituição da humanidade como o tempo presente.



Not the torturer will scare me
Nor the body's final fall
Nor the barrels of death's rifles
Nor the shadows on the wall
Nor the night when to the ground
The last dim star of pain, is hurled
But the blind indifference
Of a merciless, unfeeling world

Lying in the burnt out shell
Of some Albanian farm
An old Babushka
Holds a crying baby in her arms
A soldier from the other side
A man of heart and pride
Breaks ranks, lays down his rifle
To kneel by her side

He gives her water
Binds her wounds
And calms the crying child
A touch gives absolution then
Across the great divide
He picks his way back through the broken
China of her life
And there at the curb
The samaritan Serb turns and waves ... goodbye

And each small candle
Lights a corner of the dark
Each small candle
Lights a corner of the dark
Each small candle lights a corner of the dark
When the wheel of pain stops turning
And the branding iron stops burning
When the children can be children
When the desperados weaken
When the tide rolls into greet them
And the natural law of science
Greets the humble and the mighty
And the billion candles burning
Lights the dark side of every human mind

Each small candle
Each small candle (repeated)
Each small candles lights the dark side of every human mind

And each small candle
Lights a corner of the dark

Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Mário Lino, o grande Maquinanda!

Mário Lino retirou 180 milhões de euros à Acção Social Escolar para pagar Magalhães
in visão 09.12.09


Mesmo já de malas aviadas e em fim de legislatura, o grande Mário Lino (o senhor que vê camelos na margem sul e fala françês como o nosso José Castelo Branco), conseguiu encher os bolsos a mais meia dúzia de amigos (TMN, OPTIMUS), com a transferência de 180 Milhões da Acção Social Escolar para pagar as dívidas às operadoras. Ora claro que tirar fundos das cantinas, que colocam a comida na mesa das nossas crianças, para lhes poder dar Magalhães, a partir dos quais têm agora acesso à rios de pornografia em banda larga, é o melhor investimento possível nas gerações futuras de portugueses e portuguesas. Livre-nos nosso senhor de criancinhas sem acesso à mais recente pornografia tecnológica, isso de fundos para livros, desporto escolar, material escolar e refeições, já para não falar nos ATL's, são pormenores secundários para a formação intelectual dos petizes!
Este país continua entregue a meia dúzia de mercenários, que gerem isto como se fosse uma reles plantação de pencas para o natal, nas traseiras do jardim de sua casa (sendo a assembleia da república a casa e o horto de pencas esse tal de Portugal).

Apenas mais uma coisa me fascina, porque é que o ex-ministro das obras públicas é que tem de pagar os investimentos da educação? Será um caso de abuso de poder? Estaria Maria de Lurdes Rodrigues de baixa com gripe A, ou ocupada a dar tabefes nos professores? Não resisto ainda a deixar um pequeno excerto do artigo da Visão: "... com esta transferência, a Acção Social Escolar pagou os computadores tanto aos que os adquiriram a custo zero, portanto os mais carenciados, como aos que os compraram por 50 euros, ou seja, aos que não têm direito a este apoio."

Pois... o que interessa é que as grandes empresas não fiquem a arder! Enquanto pagarmos os nossos impostos como cordeirinhos mansos e estúpidos, esta puta de camorra lusitana continua cavalgante em direcção ao abismo!

Domingo, 6 de Dezembro de 2009

Maquinanda de Amor

...Ou carta subconsciente que surgiu coincidentemente com uma energia lunar que abrilhantou, num momento mágico, a beleza de deslumbrantes específicos acontecimentos em revelação, assunção, auge maravilhoso sentimental, expondo sob as formas mais excêntricas uma manifestação artística sobre um convívio social em seus resultados, consequências, projecções, e vive:



«Faith you're driving me away
you do it everyday
you don't mean it but it hurts like hell
my brain says I'm receiving pain
a lack of oxygen from my life support
my iron lung

We're too young to fall asleep
too cynical to speak
we are losing it can't you tell?
we scratch our eternal itch
A twentieth century bitch
and we are grateful for our iron lung

the headshrinkers
they want everything
my uncle Bill
my Belisha beacon

the headshrinkers
they want everything
my uncle Bill
my Belisha beacon

suck, suck your teenage thumb
toilet-trained and dumb
when the power runs out we'll just hum
this this is our new song
just like the last one
a total waste of time
my iron lung

the headshrinkers
they want everything
my uncle Bill
my Belisha beacon

the headshrinkers
they want everything
my uncle Bill
my Belisha beacon»

Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Maquinanda cardinalícia

Ameaça de Cardeal. "Os gays não vão para o céu."
in ionline - 04.12.09

Nesta que é a primeira Maquinanda religiosa, resta acrescentar que os gays não vão para o céu, porque este já está cheio de padres pedófilos!!