Em resposta ao último discurso e comentários do meu colega de blogue, «Onde é que Está a Luz?», neste mesmo espaço virtual, penso poder prever a legitimidade de crer que, de acordo com o seu manifesto de “transparência, rigor e diálogo”, o mesmo está a trabalhar sobre os mesmos moldes (pois é assim que funciona desde sempre a Filosofia das Belas Letras e a sua própria ciência) do manifesto à escassez em refutação previa, iluminada e criativa de alternativas circunstâncias de mecanismos para a melhoria de condições de vida incluindo a eliminação fundamentalista de conter o ser humano a capacidade de se questionar.
É exactamente nestes moldes que me levaram a concluir após profunda reflexão de análise que ao tomar «Onde é que está a Luz?» como referências as noticias claramente referidas em base de fundo e conhecimento, crendo em “transparência rigor e diálogo” primariamente o código deontológico jornalístico como informações credíveis e imparciais, são exactamente estes mesmos acontecimentos e circunstâncias que causam e explicam a situação perdida em que se encontra o Partido social-democrata hodiernamente, citando o próprio autor: “Ainda sorte vão tendo vocês (entenda-se governo minoritário absoluto), em o PSD estar mais perdido que o Carvalhal em Alvalade... (reparem como consigo misturar duas catástrofes de ramos tão diferentes como o desporto e as artes circenses!)” – dirigindo-se directamente com o pronome "vocês" ao actual Governo português, o Partido Socialista, em «bom-nome» e defesa à última interventiva de Jorge Lacão.
Repare-se que a história do Partido Social-democrata se encontrou numa redoma muito maior a nível corruptivo nos últimos dois anos em que observamos a presença de três líderes que circularam de uma forma tão curta, rápida, confusa, vária, “subjectiva” (excepto o segundo) a imagem deste mesmo partido enfatizando como sempre fatalidade do destino a memória curta do povo: em decrescente, a incompatibilidade de Manuela Ferreira Leite em relação ao caso Freeport (que se iniciou quando esta já se encontrava no poder) e ao processo Casa Pia, os quais a antiga Ministra da Economia apenas afirmava: -“Não tenho qualquer tipo de comentários a formular acerca deste assunto!”
A «expulsão» e «retirada» a um dos melhores dirigentes que este partido poderia ter tido num período de crise para um país em salvação que todos se preocupam e prezam mas “eu não os vejo a fazer nada” (citando o Gato Fedorento, Ricardo Araújo Pereira) que foi o actual Presidente da Câmara de Gaia Francisco Menezes. Ora na tentativa de buscar tal “transparência, rigor e imparcialidade”, esta foi a falha mais escandalosa que este partido político alguma vez poderia ter feito, a agravar, a situação que liga este antigo presidente de partido ao seu anterior, Marques Mendes, que se retira da liderança do partido por o PSD devido a, numa das declarações e acusações ao mesmo feitas por Menezes em manifesto para liderança e de passagem ao partido, estar a nomear votos em candidaturas internas na Madeira para o partido com números de partidários falsos e/ou óbitos a favor de uma posição de maioria e afirmação do partido naquele arquipélago.
Penso que última gota de água será bastar simplesmente referir que estes acontecimentos se sucederam há muito pouco tempo atrás no que se pode destacar de ciência histórica ou geográfica política.
Em termos de conclusão e objectivo que pretendo atingir com este discurso é unicamente propor o pensamento profundo sério e «rigoroso» sobre se foi uma boa escolha esta de voto a mudança repentina nas autárquicas do Concelho de Espinho em que transfiguramos a mudança de interesses de “minorias absolutas” para outras “minorias absolutas”, já que o plano falhado local do PS nesta cidade era localizar e iludir os pequenos «tachinhos» dando igualmente presuntos para quem lhes dá porcos, e continuarem assim conclusivamente apenas meia dúzia de porcos (e/ou porcas) a «mamar», e é por estas «pequenas coisas» que este país não vai para a frente, sem convicções nem integridade num meio conceptual (a política) onde estes dois bens preciosos e armas valiosas saíram das canalizações dos maiores filósofos que alguma vez poderá marcar a história, sendo agora esmagados abrupta e estupidamente pela ignorância.
Será até já o acto de votar ainda um acto cívico e democrático ou ainda talvez não? Será até ou acto ou atitude de todo? Seremos nós cidadãos de um conceito de estado e de república ou ainda números do conceito do tempo da outra senhora? Alimente-se o português ainda das suas próprias circunstâncias do suor e do trabalho, contando só mesmo consigo, assistindo de forma continua e debochadamente à tertúlia de mentirosos.
Em relação ao facto de uma injustiça na nossa filosofia de vida interpelar os acontecimentos que interrogam as nossas condições e circunstâncias existenciais geográficas, psicológicas e intelectuais, observe-se o pano do fundamentalismo cair sob a raiz de uma frase, um outro autor mitológico, Che Guevara, interpretativa de um ainda outro plano fundamentalista, e destaquemos então seres humanos à imparcialidade da abertura mental que nos proporciona a evolução dos tempos com a sua História que apela o código deontológico jornalístico: “A Vida é dura para quem é fraco!”
Domingo, 29 de Novembro de 2009
Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
Governo não aceita governar com o programa dos que perderam as eleições

Ora... eu também não aceito ser governado pelo programa do PS! Como dizia a minha a avó, cada um tem o que merece! Caro Jorge Lacão, a vida não é justa e temos de engolir muitos sapos enquanto aqui andamos. Talvez se o seu partido socialista deixar de ser opaco, subjectivo e apostar na transparência, rigor e diálogo (desde já o meu perdão por utilizar vocábulos tão comuns ao nosso Primeiro), talvez se consiga chegar a algum lado. Além disso, penso que a oposição está a fazer precisamente o que lhe compete, opôr-se e levantar problemas à governação deste seu governozinho de minoria absoluta!
Não estavam à espera de um mar de rosas pois não? (esta piada é estraordinária, digo eu!) Também com tanto espinho espetado nesse socialismo de direita, seria de esperar uma alergia grave na oposição, não? Ainda sorte vão tendo voçês (entenda-se governo minoritário absoluto), em o PSD estar mais perdido que o Carvalhal em Alvalade... (reparem como consigo misturar duas catástrofes de ramos tão diferentes como o desporto e as artes circenses!)
Além disso, aposto que ser ministro dos assuntos parlamentares, deve ser mais agradável e gratificante do que estar barricado numa qualquer agência do BPN, para tentar levantar as poupanças de uma vida de trabalho, ou então estar à porta de uma fábrica a tentar impedir que se desmantelem os respectivos postos de trabalho! Lembro que para desempenhar este importante cargo cívico, deverá possuir o designado "jogo de anca e golpe de asa", pois afinal tem de lidar com umas centenas de deputados, que vivem igualmente agastados com o facto de não estarem no seu lugar, nem auferírem o seu ordenado e demais regalias. A vida não está fácil, por isso agradeça à minoria que votou em si e trate de dar graças a deus por estar a trabalhar num espaço arquitectónico extraordinário, não ter colegas de trabalho que desconhecem o que é um simples desodorizante, não ter de trabalhar num cubículo em tons de verde, não ter de andar de transportes públicos (aposto que ter o motorista à porta de casa de manhã para o levar ao trabalho lhe dará certamente um gozo especial, sobretudo nestes dias de chuva) nem ter de andar preocupado a contar os tostões ao fim do mês para conseguir colocar a comida na mesa para os seus filhos!
E sim, estou mal disposto e voçês continuam a ser uma verdadeira companhia de circo! Eis aqui mais alguns exemplos do que se passa na nossa tenda que lá vai sendo desgovernada por voçês:
- PGR diz que escutas não justificam procedimento criminal contra Sócrates (afinal quem lhe paga o ordenado é quem?)
- Juíz recusa-se a destruir escutas a Sócrates (humm deve ser do Bloco este...)
- Armando Vara nega todos os crimes de que é acusado (citando Padre Frederico: "Estou inocente!")
- Um mês à espera de uma consulta (enquanto não for um ano, a malta aguenta!)
- BPN: Teixeira dos Santos desconhece custo da nacionalização (demasiado mau para ser verdade!)
- Sinal de alarme da SLN soou em 2000 no Banco de Portugal
(o meu deus! andaram 9 anos distraídos...)
E sim, podia estar aqui até amanhã a indicar actuações fantástica no circo em que se tornou Portugal, mas como até estamos à porta de um fim de semana prolongado, vou deixar isto para outra altura, até porque mais dez minutos a pensar nisto e dou por mim a fazer as malas para emigrar...
Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Maquinanda, L'un part, l'autre reste ... !
Ont-ils oublié leurs promesses?
Au moindre rire, au moindre geste
Les grands amours n'ont plus d'adresse
Quand l'un s'en va et l'autre reste
N'est-il péché que de jeunesse?
N'est-il passé que rien ne laisse?
Les grands amours sont en détresse
Lorsque l'un part et l'autre reste
Reste chez toi
Vieillis sans moi
Ne m'appelle plus
Efface-moi
Déchire mes lettres
Et reste là
Demain peut-être
Tu reviendras
Geste d'amour et de tendresse
Tels deux oiseaux en mal d'ivresse
Les grands amours n'ont plus d'adresse
Quand l'un s'en va et l'autre reste
Sont-ils chagrins dès qu'ils vous blessent?
Au lendemain de maladresses
Les grands amours sont en détresse
Lorsque l'un part, et l'autre reste
De tristes adieux
Que d'illusions
Si c'est un jeu
Ce sera non
Rends-moi mes lettres
Et reste là
Demain peut-être
Tu comprendras
De tristes adieux
Que d'illusions
Si c'est un jeu
Ce sera non
Rends-moi mes lettres
Et reste là
Demain peut-être
Tu comprendras
Ils n'oublieront pas leurs promesses
Ils s'écriront aux mêmes adresses
Les grands amours se reconnaissent
Lorsque l'un part et l'autre reste
Domingo, 8 de Novembro de 2009
O norte de Portugal

Não avança. Não mexe. Está morto. Os grandes grupos económicos encontram-se na capital, os melhores empregos, os melhores ordenados, a melhor vida tudo a sul, tudo a circundar Lisboa. Porquê? Toda a gente fala do centralismo o qual eu concordo que exista mas há quem bata o pé, como o fez a junta metropolita do porto ainda recentemente. Contudo há mais variáveis para além do centralismo a prejudicar o norte, e para mim logo a seguir qual é a razão ? Os próprios NORTENHOS.
Como é possível neste país de merda, cheio de escroques e filhos da puta, ainda por cima a norte, para ser mais preciso, em Felgueiras, ser o local do mundo com mais Ferrais por m2 ? A resposta a esta pergunta encontra-se na primeira linha deste parágrafo.
REVOLUTION Ó MUERTE
Sábado, 7 de Novembro de 2009
Maquinanda de um favor
Não sei bem porque me coloco nesta situação de uma nova Maquinanda, principalmente por esta deste tipo... emergir. A minha única certeza é apenas a confirmação da continuação do magnifico trabalho que iniciou o meu caro colega de blogue na parte correspondente à cultura franca dentro dos seus variados itens, por vezes alguns até situacionista permanente. No entanto surgem algumas relíquias que serão necessárias de preservar e recordar sempre de tão belas que elas são.
Com certeza será uma necessidade do inconsciente que se manifesta ou quer manifestar não sabendo o eu o que é exactamente ainda, havendo que explorar. A verdade é que é inacreditavelmente dedicado a alguém que contém exactamente as mesmas informações que as minhas sobre este assunto: nenhumas. No entanto surge um fervor impulsivo em mim desta mesma natureza e origem que se pretende manifestar porque penso que possa dessa pessoa ser o mesmo nível perceptivo, emocional, ideal.
Não pretende ser esta Maquinanda uma dedicatória de amor, ela é fria e analítica, cruel e sem escrúpulos. É um estado de espírito obsoleto e confuso. É um relato dramático e decadente, poderosamente português, no seu mais banal grupo social em termos culturais, económicos e etnográficos. É também o seu contrário em termos de postura. É uma prova de insignificância e estupidez e uma chamada de atenção às situações de vida que se comprovam nas suas conclusões festivas da felicidade as memórias mais carinhosas e fundamentais, mas que no entanto descartamos e deitamos fora por orgulho e aparência de uma razão que não somos em consumismo social. Penso que o trabalho de Michel Polnareff trata fundamentalmente estas advertências, o arqui-rival no mercado de Serge Gainsbourg em termos de atractividade, comparáveis apesar de diferentes estilos, devido à mesma vanguarda patriota e/ou cultural.
Por outro lado não ia estar aqui a relatar factos em contos emocionais românticos a minha vida, uma vez que ninguém tem nada a ver com isso. Porventura esta estupidez é central ao aquilo que acabo de dizer. Porque se trata realmente de uma dedicatória de amor e ao medo que isto vai implicar as suas distâncias na certeza da possibilidade a pessoa ver esta correspondência e às complicações abusivas que se predispõem a mente humana na sua racionalização lógica à sua maneira de ser, personalidade, sentimentos, sensações, defeitos. Sob este significado incompleto do exprimir lírico, é um pedido de desculpas e da manifestação de um desejo reprimido que ainda não tomou a oportunidade de se exprimir, recalcado pelas intermitências da vida, ou, até inclusive, das suas ramificações.
Love me, please love me.
Je suis fou de vous.
Pourquoi vous moquez-vous chaque jour de mon pauvre amour ?
Love me, please love me.
Je suis fou de vous.
Vraiment prenez-vous tant de plaisir à me voir souffrir.
Si j'en crois votre silence, vos yeux pleins d'ennui.
Nul espoir n'est permis.
Pourtant je veux jouer ma chance. Même si, même si.
Je devais y brûler ma vie.
Love me, please love me.
Je suis fou de vous.
Mais vous moquerez-vous toujours de mon pauvre amour ?
Devant tant d'indifférence, parfois j'ai envie
de me fondre dans la nuit.
Au matin je reprends confiance,
je me dis, je me dis,
tout pourrait changer aujourd'hui.
Love me, please love me.
Je suis fou de vous.
Mais vous moquerez-vous toujours de mes larmes d'amour ?
Com certeza será uma necessidade do inconsciente que se manifesta ou quer manifestar não sabendo o eu o que é exactamente ainda, havendo que explorar. A verdade é que é inacreditavelmente dedicado a alguém que contém exactamente as mesmas informações que as minhas sobre este assunto: nenhumas. No entanto surge um fervor impulsivo em mim desta mesma natureza e origem que se pretende manifestar porque penso que possa dessa pessoa ser o mesmo nível perceptivo, emocional, ideal.
Não pretende ser esta Maquinanda uma dedicatória de amor, ela é fria e analítica, cruel e sem escrúpulos. É um estado de espírito obsoleto e confuso. É um relato dramático e decadente, poderosamente português, no seu mais banal grupo social em termos culturais, económicos e etnográficos. É também o seu contrário em termos de postura. É uma prova de insignificância e estupidez e uma chamada de atenção às situações de vida que se comprovam nas suas conclusões festivas da felicidade as memórias mais carinhosas e fundamentais, mas que no entanto descartamos e deitamos fora por orgulho e aparência de uma razão que não somos em consumismo social. Penso que o trabalho de Michel Polnareff trata fundamentalmente estas advertências, o arqui-rival no mercado de Serge Gainsbourg em termos de atractividade, comparáveis apesar de diferentes estilos, devido à mesma vanguarda patriota e/ou cultural.
Por outro lado não ia estar aqui a relatar factos em contos emocionais românticos a minha vida, uma vez que ninguém tem nada a ver com isso. Porventura esta estupidez é central ao aquilo que acabo de dizer. Porque se trata realmente de uma dedicatória de amor e ao medo que isto vai implicar as suas distâncias na certeza da possibilidade a pessoa ver esta correspondência e às complicações abusivas que se predispõem a mente humana na sua racionalização lógica à sua maneira de ser, personalidade, sentimentos, sensações, defeitos. Sob este significado incompleto do exprimir lírico, é um pedido de desculpas e da manifestação de um desejo reprimido que ainda não tomou a oportunidade de se exprimir, recalcado pelas intermitências da vida, ou, até inclusive, das suas ramificações.
Love me, please love me.
Je suis fou de vous.
Pourquoi vous moquez-vous chaque jour de mon pauvre amour ?
Love me, please love me.
Je suis fou de vous.
Vraiment prenez-vous tant de plaisir à me voir souffrir.
Si j'en crois votre silence, vos yeux pleins d'ennui.
Nul espoir n'est permis.
Pourtant je veux jouer ma chance. Même si, même si.
Je devais y brûler ma vie.
Love me, please love me.
Je suis fou de vous.
Mais vous moquerez-vous toujours de mon pauvre amour ?
Devant tant d'indifférence, parfois j'ai envie
de me fondre dans la nuit.
Au matin je reprends confiance,
je me dis, je me dis,
tout pourrait changer aujourd'hui.
Love me, please love me.
Je suis fou de vous.
Mais vous moquerez-vous toujours de mes larmes d'amour ?
Domingo, 1 de Novembro de 2009
Maquinanda Etnográfica

Notório o facto de estar uma chuva insuportável que impede o ser humano trabalhador de se mover para fora de casa, o qual pretende descansar neste fim-de-semana, faz-se mais uma vez o costume feito deste blogue contextualizar as datas etnográficas da nossa aculturação portuguesa popular, doa-se uma tal miscigenação que se pode denominar do moderno com o clássico.
Pois é então a área do Cinema que se destaca desta vez, recomendando um filme em especial para estes dois dias de passagem Halloween / Fiéis Defuntos. Penso que seja a associação perfeita para uma tarde / noite de entretenimento.
The Evil Dead é já considerado por muitos dos seus seguidores / fãs altamente polémicos e perseguidos por este filme ser proibido em muitos países devido às suas cenas de grande violência e perturbação que foi nessa grande época o ano de 1981 como uma das projecções de maior culto da série B na categoria de Terror da Sétima Arte. (Só na Alemanha foi exibida no cinema em 1992 com cenas cortadas, circulando nestes anos anteriores clandestinamente no mercado negro, e finalmente editado por completo em DVD neste país em 2001).
Destaca-se numa trilogia em que comentam, ao contrário da opinião do realizador, o segundo filme uma re-filmagem e nunca uma sequência. Eis que surge a continuação Army of Darkness, sendo um dos filmes mais bem realizados, a meu ver, do século XX com um custo de tão baixo orçamento.
Esta película perturbadora lança-nos directamente para a nostalgia dos anos 80 em que a fascinação pelo oculto revelava uma mestria e um arrepiar dignos de renome.
Agradeço desde já presente aos magníficos de uma outra época mais tardia e recente, estudantes de cinema que me deram a conhecer esta fabulosa relíquia / obra de arte e me concederam o prazer do suceder desta revisão que projectou um realizador muito diferente nos nossos dias, Sam Raimi, em que a sua trilogia Spider Man eleva aqui um bem haja e enaltecimento de qualidade profundo ao seu humanismo lá presente e existente de sensibilizar qualquer coração de pedra. A segunda série outra vez se destaca em termos da maior qualidade de todos, completos inteiramente a este nível último referido.
É de admirar, venerar e admitir que logo na segunda desta primeira película sequencial a que se vai assistir presta-se ao elevado elogio e enaltecimento crítico de se ter constituído no género comédia-terror, tendo sido muito bem formulada e por isso conseguida. Bruce Campbell no seu melhor, manifestando a categoria de um verdadeiro actor amante cinematográfico. Sequências de imagem, cortes, montagens e a utilização tecnicista da câmara de filmar em formas perfeitas e eruditas, com as limitações óbvias e erros de cena pela sua reputação, mas a cem por cento de vezes mais do que muitos filmes de primeira gama. Maquilhagem, guarda-roupa, superstição e banda sonora: Suspense e Terror em maiúsculo propriamente dito.
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