O nome que me escapou ontem à noite, Coldfinger!
Sábado, 31 de Outubro de 2009
Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Embrulha lá esta Liliana!
Apesar de tardia, esta referência não poderia escapar à Maquinanda! E assim sendo, dia 3 de Novembro, um novo presidente da Câmara, tomará posse em Espinho:
"Tribunal Constitucional rejeita novas eleições"
Embrulha lá esta Liliana!
"Tribunal Constitucional rejeita novas eleições"
Embrulha lá esta Liliana!
Terça-feira, 27 de Outubro de 2009
23

"Be sure your sin will find you out"
- Numbers 32:23
I’ve got me a badge, a bright shinning badge
I’m painting the crest in yellow and blue
I’ve got me a club, an exclusive club
Doesn’t include a place for you
Hey, hello neighbour
Hey, hello neighbour, right you are
It’s in the way that you walk
All of the changes, all the mistakes
It’s in the demands you constantly make
It’s in the way that you grieve
All of the lost
You don’t know when you’re better off
Or at what cost you’ve got it good
Hey, the banality of evil
Benevolent mother smother the child
The benefactors are in denial
Hey, hello neighbour
Hey, hello neighbour, right you are
There was a time not so long ago
I was master of everything I surveyed
Yes, there was a time
We did it my way; we’ll do things my way
Benevolent mother, smother the child
The perpetrators are in denial
The banality of evil
King of the castle, room at the top
Off with their heads, chop ’them off
The banality of evil
Benevolent mother, smother the child
The benefactors are in denial
The banality of evil
King of the castle, room at the top
Off with their heads, chop ’them off
Hey, hello neighbour
I don’t believe in what you believe
You skin is filthy and your gods don’t look like god to me
But I want to touch you
Now that isn’t right, no, that can’t be right
But I want to touch you
You’re leading me on, I know it
Hey
King of the castle, more room at the top
All sorts allowed, now gloves are off
Hey, hello neighbour
Benevolent mother, smother the child
The benefactors are in denial
The banality of evil
Benevolent mother, smother the child
The perpetrators are in denial
The banality of evil
King of the castle, room at the top
Off with their heads, chop ’them off
The banality of evil
Hey, the banality of evil
Hey, the banality of evil
Hey, the banality of evil
Hey
Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
L'Arena
Na sequência de um contraponto e entrada para final de semana, apresento uma Maquinanda especialíssima onde os êxitos de maior sucesso carecem o público geral e especificam os mais apaixonados da sétima arte de culto.
Esta sequência apresenta uma das sessões cénicas da maior inspiração de Quentin Tarantino e um dos momentos de maior revelação do que teve de melhor o Western Spagetthi cinematográfico.
A inspiração é fornecida para nos conceber o que realmente mais importante nos apresentam as vanguardas contemporâneas da estética do século XXI, retiradas do complexo modernismo concebido na complexidade da evolução humana em seu manifesto de busca divina e o encontro eterno com a imperfeição de um caminho que resguarda as verdadeiras interjeições do que realmente representa a essência humana, numa profunda admiração pelo seu idolatrar em fogo ardente de paixão e senso de amor, a sensibilidade que se vai tornando complexa mas que é profundamente simples.
Esta é a excelência da consistência do significado antropomórfico da sabedoria da natureza nas definições que poderá atingir o intelecto humano na vertente da sua psicologia, o estudo aprofundado do verdadeiro valor e razão da justiça sem outros artefactos senão a invenção sem controlo e conhecimento do seu resultado final, carregadíssimos de ironia e sarcasmo, sátira e escarno, que pode aclamar a verdadeira ética.
Uma vez que a verdade é conveniente, este pragmatismo não tem deuses nem crenças, fé ou religiões, discursos ou aparências. Este é o concreto sinal do livre arbítrio e a potencialidade do Ser Humano em energia e enaltecimento das suas emoções todas para Marte, a real mitologia sem dúvidas para o sentido da natureza e representação do fogo, e a sua criteriosa importância do porquê da sua existência, sem brincadeiras, sem tempo para cobardias, superficialidades ou suposições, subjectivações.
Este é o material palpável do que nos pode fazer iluminar a cultura em conta de um registo histórico que é eterno independentemente da impermeabilidade da vida do Homem.
É a circunstância, a passagem, a limitação, a conclusão, o espírito. Sem aprofundamentos teóricos, sem objecções. Uma dedicatória linguística compreendida a amizades imperfeitas, pois se fossem perfeitas não existiriam aqui, mas sim num outro lugar onde a nossa intuição nos eleva; respeito, a cooperação mútua de uma colectividade sem lugar, pois senão da individualidade, seria vazio. A projecção sim é a verdadeira mentira, e o narcisismo de nos considerarmos ao espelho melhores do que os outros pela nossa maneira de ver, ou vestir, pela arrogância de já termos visto o que ainda não vimos por mera ilusão que nos expõe a virtualidade destes inúmeros ininteligíveis de absolutos mundos.
A Arena que nos representa mercenários desta decadência sem fim que piora cada vez mais no seu desenrolar, ou uma esperança recordada em Novo Mundo pelo consentimento da humildade em felicidade pelo amor que sentimos interiormente para o exterior ao outro sem explicação e a sensação em vibração comovente de uma melodia heróica de paz.
Tenham todos os privilegiados de serem leitores e experienciais viventes do efémero, do circular e do sofrear pelas vitórias, um óptimo fim-de-semana.
Esta sequência apresenta uma das sessões cénicas da maior inspiração de Quentin Tarantino e um dos momentos de maior revelação do que teve de melhor o Western Spagetthi cinematográfico.
A inspiração é fornecida para nos conceber o que realmente mais importante nos apresentam as vanguardas contemporâneas da estética do século XXI, retiradas do complexo modernismo concebido na complexidade da evolução humana em seu manifesto de busca divina e o encontro eterno com a imperfeição de um caminho que resguarda as verdadeiras interjeições do que realmente representa a essência humana, numa profunda admiração pelo seu idolatrar em fogo ardente de paixão e senso de amor, a sensibilidade que se vai tornando complexa mas que é profundamente simples.
Esta é a excelência da consistência do significado antropomórfico da sabedoria da natureza nas definições que poderá atingir o intelecto humano na vertente da sua psicologia, o estudo aprofundado do verdadeiro valor e razão da justiça sem outros artefactos senão a invenção sem controlo e conhecimento do seu resultado final, carregadíssimos de ironia e sarcasmo, sátira e escarno, que pode aclamar a verdadeira ética.
Uma vez que a verdade é conveniente, este pragmatismo não tem deuses nem crenças, fé ou religiões, discursos ou aparências. Este é o concreto sinal do livre arbítrio e a potencialidade do Ser Humano em energia e enaltecimento das suas emoções todas para Marte, a real mitologia sem dúvidas para o sentido da natureza e representação do fogo, e a sua criteriosa importância do porquê da sua existência, sem brincadeiras, sem tempo para cobardias, superficialidades ou suposições, subjectivações.
Este é o material palpável do que nos pode fazer iluminar a cultura em conta de um registo histórico que é eterno independentemente da impermeabilidade da vida do Homem.
É a circunstância, a passagem, a limitação, a conclusão, o espírito. Sem aprofundamentos teóricos, sem objecções. Uma dedicatória linguística compreendida a amizades imperfeitas, pois se fossem perfeitas não existiriam aqui, mas sim num outro lugar onde a nossa intuição nos eleva; respeito, a cooperação mútua de uma colectividade sem lugar, pois senão da individualidade, seria vazio. A projecção sim é a verdadeira mentira, e o narcisismo de nos considerarmos ao espelho melhores do que os outros pela nossa maneira de ver, ou vestir, pela arrogância de já termos visto o que ainda não vimos por mera ilusão que nos expõe a virtualidade destes inúmeros ininteligíveis de absolutos mundos.
A Arena que nos representa mercenários desta decadência sem fim que piora cada vez mais no seu desenrolar, ou uma esperança recordada em Novo Mundo pelo consentimento da humildade em felicidade pelo amor que sentimos interiormente para o exterior ao outro sem explicação e a sensação em vibração comovente de uma melodia heróica de paz.
Tenham todos os privilegiados de serem leitores e experienciais viventes do efémero, do circular e do sofrear pelas vitórias, um óptimo fim-de-semana.
Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
Maquinanda Parole
Estou a passar uma fase depressiva, onde o reconforto vem das mais profundas e quentes baladas cantadas em françês, ou então do conforto da minha cama. Esta é daquelas músicas que bate forte, neste segunda-feira que ameaça chover e onde as paroles que se dizem à minha volta, mais parecem canhões apontados, à minha debilitada sanidade mental. A paixão por esta Maquinanda, consome a grande parte da minha mente que em casa ficou; o corpo, essa embalagem que nos persegue e condiciona, ausenta-se da essência, mas em contrapartida assume a sua posição dentro da estrutura social, que nos mete o dinheiro na conta ao fim do mês. Não se pode ter tudo, mas se há coisa independente que ninguém nos pode (ou deve poder tirar), é precisamente a nossa liberdade de parole, que nos faz amar violentamente esta Maquinanda virtual! Merda de vida é o que é...
Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
Maquinanda... Je T'aime... Moi Non Plus
Porque a minha paixão pela Maquinanda cresce de uma forma exponencial diariamente, e para não cair na redundância de falar do mais recente Prémio Nobel da Paz (que seria um lugar comum, pois todos hoje escrevem sobre o assunto), decidi então deixar aqui mais uma prova do meu amor incondicional, por ti, minha Maquinanda!
Aproveitando o recente concerto em terras lusas de Jane Birkin, aqui fica Je T'aime... Moi Non Plus num dueto entre Jane Birkin e Serge Gainsbourg, que passeiam e gemem na esplendorosa e ultra-romântica Veneza! Sim porque Veneza por si só é também ela uma bela Maquinanda! Já me esquecia de referir, que este clássico tema foi editado em 1969, um belo ano sem dúvida!Ooh je t'aime.... e a maneira como ela arfa... que sugestivo!
Aproveitando o recente concerto em terras lusas de Jane Birkin, aqui fica Je T'aime... Moi Non Plus num dueto entre Jane Birkin e Serge Gainsbourg, que passeiam e gemem na esplendorosa e ultra-romântica Veneza! Sim porque Veneza por si só é também ela uma bela Maquinanda! Já me esquecia de referir, que este clássico tema foi editado em 1969, um belo ano sem dúvida!Ooh je t'aime.... e a maneira como ela arfa... que sugestivo!
Terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Maquinanda do Levantar e Rir
Nos pequenos últimos longos dias tenho andado a recusar-me a escrever seja em que lado público for, independentemente da sua forma expansiva famosa que tiver. Pequenos dias pois a originalidade de um elevado acontecimento em Portugal, quer político ou cultural, já tem longos dias em acontecer, longos dias porque o tempo trespassa e passa nesta terra que é de nós todos na futilidade dos acontecimentos que se processam na evolução e crescimento do nosso corpo ou cabeça na melhoria material das nossas condições de vida que tanto aspiramos, como nos países desenvolvidos a ser, levando-me portanto à elevação conclusiva, derrotista e irónica de que: "Longos dias têm 100 anos!"
Seguidamente pode-se explicitar a propaganda do humor num caso angustiado do que é ser passado para trás e continuar nesta fama audaciosa de tanto aspirar e disputar a inveja que é do se ser esta característica no âmbito profissional (e mesmo até sendo mais profundo pessoal e visceral literal) em Portugal, pior do que se ser passado para trás no âmbito profissional e esquecido ou ostracizado de toda e uma vez para sempre, pois já dizia o ditado popular, com certeza de esquerda, mas despreocupado do meu lado pois não represento nenhum cargo político neste atraso de vida, quer se seja animal na filosofia ou não, sou somente um pensador despreocupado, nem sequer um niilista: “Mais vale morrer de pé, do que viver sentado!”
É explícito nas convenções do que foi a verdadeira demarcação do stand-up comedy em Portugal no século XXI. Observo esta composição então pelas linhas literárias curtas da semiótica deste artifício a que apelo por mensagem e designo por Maquinanda os seguintes e diferentes aspectos de um país através de uma história a quem denomino a um só personagem por exemplo que é Ricardo Araújo Pereira, admirado pelo seus saltos entre diferentes empresas concorrentes graças à sua reputação centralmente dirigida no profissional do seu meio envolvente, conseguindo porventura com a cooperação da compreensão do leitor particularizar o seu actual programa e a sua "tremedeira" quase caótica em credibilidade e espírito jovial artístico para as suas audiências na referência especifica à sua entrevista a Paulo Portas sucessivo de um pós-sucesso, clímax estrondoso, com Manuela Ferreira Leite:
É apreciável todo o decorrer subtil do seu trabalho e composição artística no discurso, remetendo para o bolso muitos outros que já passaram por este decorrido programa.
Interligando o próprio mecanismo maravilhoso de sequência que promove, promulga e incentiva a interactividade da nossa última nova tecnologia de meio de comunicação que é a Internet, provo em contrafacção a característica da peritagem que cabe tão bem aos portugueses em se estatelarem no ridículo do embaraço propositado consecutivo da consequência pela nossa pequenez que é permutada num conflito eterno da maldade e da frustração de se viver em complexos de inferioridade e vergonha das nossas próprias origens. Em minha opinião (caracterizando ainda esta Maquinanda em crónica correspondendo parte ao meu merecer nas suas profundidades características de composição em conhecimento de estrutura e forma, apesar de um pouco mais audaciosa, como uma película – a sucedida de esta noite – da «Paraíso Filmes», episódio possibilitado o seu visionamento em repetição na RTP2, temporada ulterior à do programa 5 para a Meia-Noite), esta é a premissa maior e prerrogativa filosófica em todas as questões políticas a que os nossos deputados partidários, principalmente de extrema-direita, se deveriam preocupar e ocupar primeiramente, uma vez até que já foi um dia deles esta ocupação o também maravilhoso dom do mundo que nos abençoou o nosso de cada um Deus Absoluto e Divino da Criação que foi (ou é) a Comunicação (mais respectivamente a Linguagem):
Interpelando ao apelar por um futuro melhor e a esperança de que um dia consigamos atingir alguma qualidade divina na profundidade e complexidade intelectual desenvolvida num ser humano, no objectivo último maior do agir para atingir, ocorre-me unicamente a concluir que nós, os portugueses, somos mesmo pequeninos.
Seguidamente pode-se explicitar a propaganda do humor num caso angustiado do que é ser passado para trás e continuar nesta fama audaciosa de tanto aspirar e disputar a inveja que é do se ser esta característica no âmbito profissional (e mesmo até sendo mais profundo pessoal e visceral literal) em Portugal, pior do que se ser passado para trás no âmbito profissional e esquecido ou ostracizado de toda e uma vez para sempre, pois já dizia o ditado popular, com certeza de esquerda, mas despreocupado do meu lado pois não represento nenhum cargo político neste atraso de vida, quer se seja animal na filosofia ou não, sou somente um pensador despreocupado, nem sequer um niilista: “Mais vale morrer de pé, do que viver sentado!”
É explícito nas convenções do que foi a verdadeira demarcação do stand-up comedy em Portugal no século XXI. Observo esta composição então pelas linhas literárias curtas da semiótica deste artifício a que apelo por mensagem e designo por Maquinanda os seguintes e diferentes aspectos de um país através de uma história a quem denomino a um só personagem por exemplo que é Ricardo Araújo Pereira, admirado pelo seus saltos entre diferentes empresas concorrentes graças à sua reputação centralmente dirigida no profissional do seu meio envolvente, conseguindo porventura com a cooperação da compreensão do leitor particularizar o seu actual programa e a sua "tremedeira" quase caótica em credibilidade e espírito jovial artístico para as suas audiências na referência especifica à sua entrevista a Paulo Portas sucessivo de um pós-sucesso, clímax estrondoso, com Manuela Ferreira Leite:
É apreciável todo o decorrer subtil do seu trabalho e composição artística no discurso, remetendo para o bolso muitos outros que já passaram por este decorrido programa.
Interligando o próprio mecanismo maravilhoso de sequência que promove, promulga e incentiva a interactividade da nossa última nova tecnologia de meio de comunicação que é a Internet, provo em contrafacção a característica da peritagem que cabe tão bem aos portugueses em se estatelarem no ridículo do embaraço propositado consecutivo da consequência pela nossa pequenez que é permutada num conflito eterno da maldade e da frustração de se viver em complexos de inferioridade e vergonha das nossas próprias origens. Em minha opinião (caracterizando ainda esta Maquinanda em crónica correspondendo parte ao meu merecer nas suas profundidades características de composição em conhecimento de estrutura e forma, apesar de um pouco mais audaciosa, como uma película – a sucedida de esta noite – da «Paraíso Filmes», episódio possibilitado o seu visionamento em repetição na RTP2, temporada ulterior à do programa 5 para a Meia-Noite), esta é a premissa maior e prerrogativa filosófica em todas as questões políticas a que os nossos deputados partidários, principalmente de extrema-direita, se deveriam preocupar e ocupar primeiramente, uma vez até que já foi um dia deles esta ocupação o também maravilhoso dom do mundo que nos abençoou o nosso de cada um Deus Absoluto e Divino da Criação que foi (ou é) a Comunicação (mais respectivamente a Linguagem):
Interpelando ao apelar por um futuro melhor e a esperança de que um dia consigamos atingir alguma qualidade divina na profundidade e complexidade intelectual desenvolvida num ser humano, no objectivo último maior do agir para atingir, ocorre-me unicamente a concluir que nós, os portugueses, somos mesmo pequeninos.
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