Bom, a resposta a esta questão impressionou-me deveras com tamanho espasmo que normalmente uma banda cliché como estas me redoma obviamente, pelo facto comprovado que não vou com o tempero do seu vocalista nem à lei da bala.
Outra banda que já me tinha impressionado assim dentro do mesmo grupo de renegados do meu preconceito foram os Scorpions com o seu tema pessoalmente incógnito Holiday, ouvido na mesma circunstância e na mesma rádio num tempo ainda mais antiquado, nunca o tendo conhecido como single nas minhas visitas aos arquivos e no seu período do Best of que foi a minha chegada à primeira paragem com certeza menos de vinte anos.
Se há evidências são as que não sou amante de nenhum de todos os clichés habituais: Beatles, Pearl Jam, Xutos e Pontapés...
Mas há especificações matemáticas e cientificas comprovadas no seu tecnicismo artístico que é a música que não posso deixar completamente de lado, devendo portanto analisar, realisticamente, de que se tratou de uma sequência em "malha" muito bem sacada.
A sequência que vamos ouvir a seguir trata-se de um relembrar das rolhas dos anos 80 em dedicatória à parolice de João Loureiro pelo facto deste não saber cantar e o seu estilo e o que compunha e etc.
Quanto à letra escapam aqui coisas sãs, obviamente translúcidas no seu iniciar que reforça a minha dedicatória aos Ban e à mentalidade portuguesa dos anos 80 no seu subterfúgio eterno ao elucido e à estupidez do derrotismo e de querer sempre andar para trás.
Admiro somente aos amantes grupos ouvintes e frequentadores de concertos que naquela época se mantinham sempre fiéis às bandas portuguesas como a dos «Filhos da Nação».
(Uma dedicatória de pesquisa etnográfica ao meu amigo Fred, pois estas fontes de informação foram inspiradas nele e nas suas histórias, relatos e factos experientes vividos em Espinho do que realmente se andava a passar; salve):

Vai, DJ!
«... depois da V2 DDT PBX
Ketchup K7 kleenex kitchenette duplex
Twist again colourful wonderful
Chegou o T2-T4 c/garagem pró P2 turbo sound disco sound discussão ?
Video-Club joy stick midi high-tech squash & sauna
Compact D (compre aqui?)...»
Ser mãe era a aspiração natural de todo o homem moderno
Ser o melhor é normal para os novos pobres deste colégio interno
Ter medo é a pulsão fundamental do criador & artista
Estar sóbrio é continuar permanecer positivista
«... E dantes as máquinas estavam sempre a avariar...»
Mas com uns pós modernos nada complicados
Sentimo-nos realizados
Ah! Os pós modernos agarram na angústia
E fazem dela uma outra indústria
Com os pós modernos nunca ganhamos
Mas também nada investimos»

